<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152</id><updated>2011-12-01T10:00:54.800-03:00</updated><title type='text'>de barco na Amazônia</title><subtitle type='html'>Amazônia, rios de águas brancas, rios de águas negras, rios de águas claras, igapós, várzeas, florestas, cerrado e campinaranas, Sol, água, cultura, povo, navegação, aventura, segurança;
the amazing Amazon, rivers, land and flooded forests, swamps, culture, people, navigation, adventure, safety</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>81</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-835635974253850024</id><published>2011-10-07T16:14:00.011-03:00</published><updated>2011-10-09T14:08:11.614-03:00</updated><title type='text'>CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS - II</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS DA FAPESP*&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Versão de 16/09/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. PREÂMBULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este código estabelece diretrizes éticas para as atividades científicas dos pesquisadores beneficiários de auxílios e bolsas da FAPESP  e para o exercício da função de avaliador científico pelos assessores da FAPESP. É também aplicável às instituições e organizações de qualquer natureza, públicas ou privadas, que se apresentem perante a FAPESP como sedes de atividades científicas (aqui chamadas genericamente de instituições de pesquisa) e aos periódicos científicos apoiados pela FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende-se aqui por atividade científica toda atividade que vise diretamente à concepção e realização de pesquisas científicas, à comunicação de seus resultados, à interação científica entre pesquisadores e à orientação ou supervisão de processos de formação de pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende-se aqui por pesquisa científica toda investigação original que vise a contribuir para a constituição de uma ciência. Entende-se por ciência todo corpo racionalmente sistematizado e justificado de conhecimentos, obtido por meio do emprego metódico da observação, experimentação e raciocínio. Essa definição ampla aplica-se às chamadas Ciências Exatas, Naturais e Humanas, bem como às disciplinas tecnológicas e àquelas ordinariamente incluídas entre as chamadas Humanidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diretrizes estabelecidas neste código concernem a uma parte da esfera da ética profissional do cientista. Elas concernem apenas à integridade ética da pesquisa científica enquanto tal, ou seja, aos valores e padrões éticos de conduta que derivam direta e especificamente do compromisso do cientista com a finalidade mesma de sua profissão: a construção coletiva da ciência como um patrimônio coletivo. Partindo-se do princípio de que as questões de integridade ética da pesquisa devem ser objeto de autorregulação e autocontrole por parte da comunidade científica, sua codificação pretende auxiliar os pesquisadores a responderem, em situações particulares, às seguintes questões. Como devo conduzir minhas atividades de pesquisa para que delas resulte a melhor contribuição à ciência? Como devo me conduzir em relação a outros pesquisadores para que a comunidade científica funcione e se reproduza da melhor maneira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, este código não trata de inúmeros aspectos eticamente importantes das atividades científicas, concernentes a valores éticos mais universais que os estritamente científicos e, por isso, já regulados por instrumentos legais específicos, cuja eficácia cumpre às instituições de pesquisa assegurar. Dá-se por evidente que tais aspectos devem ser considerados por todo pesquisador, no curso de suas atividades científicas, e por toda instituição de pesquisa. Em particular, este código não trata de questões relativas à honestidade na gestão de recursos financeiros nem daquelas que constituem a esfera de aplicação da Bioética – relativas, por exemplo, ao respeito à integridade física, psicológica e moral dos sujeitos de experimentos, ao tratamento adequado dos animais necessários para a realização de pesquisas e à preservação do meio ambiente e da saúde pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pretende que este código seja exaustivo nem passível de aplicação mecânica. Nele, formulam-se definições e diretrizes gerais, cuja aplicação pode requerer interpretação, à luz das circunstâncias particulares em que as pesquisas se realizem, e também a consideração conjunta de valores mais específicos, derivados da singularidade dos diferentes campos e modalidades da pesquisa científica. Trata-se, em suma, de apresentar um conjunto mínimo de preceitos gerais, a serem especificados e complementados pelas diferentes pessoas e instituições envolvidas com a pesquisa científica, segundo suas condições e necessidades próprias. A experiência mostra que essa especificação e essa complementação frequentemente requerem um esforço de interpretação dos preceitos que não dispensa recurso a juízos não triviais, científicos e não científicos. Nessa medida, a aplicação deste código pressupõe que pesquisadores e instituições se mantenham em estado de atenção contínua às questões de integridade ética da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estabelecimento deste código valeu-se da experiência internacional no tratamento da questão da integridade ética da pesquisa, acumulada nas últimas décadas. Os resultados dessa experiência encontram expressão nos códigos de conduta e manuais de procedimentos adotados por importantes agências internacionais de fomento. Podem ser mencionados, entre outros, os manuais de procedimentos da National Science Foundation (ver &lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;http://www.nsf.gov/oig/resmisreg.pdf&lt;/span&gt;) e dos National Institutes of Health (ver &lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;http://ori.dhhs.gov/documents/42_cfr_parts_50_and_93_2005.pdf&lt;/span&gt;), dos Estados Unidos da América; o código de conduta dos Research Councils UK (ver &lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;http://www.rcuk.ac.uk/documents/reviews/grc/goodresearchconductcode.pdf&lt;/span&gt;), do Reino Unido; o código de conduta das agências australianas de fomento (ver &lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;http://www.nhmrc.gov.au/_files_nhmrc/publications/attachments/r39.pdf&lt;/span&gt;); o código de conduta da European Science Foundation (ver &lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;http://www.esf.org/publications&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-size:100%;" &gt;* entendemos que boas práticas éticas se aplicam de maneira geral nas nossas relações com o mundo, social e ambiental, e a FAPESP, ao preparar e divulgar seu Código, nos fornece boa orientação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-835635974253850024?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/835635974253850024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=835635974253850024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/835635974253850024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/835635974253850024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2011/10/codigo-de-boas-praticas-cientificas-ii.html' title='CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS - II'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4882848775303590819</id><published>2011-10-07T15:39:00.012-03:00</published><updated>2011-10-08T13:16:05.934-03:00</updated><title type='text'>CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS - I</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;FAPESP lança Código de Boas Práticas Científicas&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;28/09/2011&lt;br /&gt;Por Fábio de Castro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – A FAPESP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, lançou na terça-feira (27/09) o Código de Boas Práticas Científicas, com o objetivo reforçar na comunidade científica paulista uma cultura sólida e bem arraigada de integridade ética da pesquisa mediante um conjunto de estratégias em três pilares: educação; prevenção; e investigação e sanção justas e rigorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento estabelece diretrizes éticas para as atividades científicas dos pesquisadores que recebem Bolsas e Auxílios da FAPESP, aplicáveis também às instituições-sede das pesquisas e aos periódicos que contem com apoio da Fundação para publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desde a sua fundação, há quase 50 anos, a FAPESP norteia sua atuação pelo critério da idoneidade e qualidade dos projetos e dos pesquisadores. No decorrer dos anos, o número de projetos e pesquisadores cresceu muito e tornou-se necessário explicitar esses critérios para orientação da conduta nas atividades científicas”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O código, segundo Lafer, não trata de questões como a bioética, que passam por outro processo de avaliação. Nos casos que envolvem bioética, a FAPESP só aprova projetos que tenham passado pelas comissões de ética das respectivas instituições de pesquisa, que possuem regulamentação própria para esse tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A pesquisa científica não se limita à descoberta de novos conhecimentos, mas também envolve a ideia de que é preciso preservar, no campo da pesquisa, por meio das boas práticas, os valores do conhecimento e da qualidade científica dos resultados. É importante oferecer um referencial concreto para distinguir esses valores de práticas não aceitáveis como a fabricação de resultados e os plágios”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lafer lembrou que o código é coerente com o esforço de internacionalização da FAPESP. “As boas práticas científicas são uma preocupação que encontramos em outros países e instituições parceiras”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de construção do código teve início há um ano, a partir da preocupação da Diretoria Científica da FAPESP e do interesse do Conselho Técnico-Administrativo da Fundação no tema. “Depois das primeiras discussões, foi realizado um estudo sobre como a questão é tratada por diversos países com grande tradição científica”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento foi feito pelo membro da coordenação adjunta da Diretoria Científica da FAPESP Luiz Henrique Lopes dos Santos, professor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP). O estudo resultou no artigo Sobre a integridade ética da pesquisa, concluído em abril, que foi o embrião do código de boas práticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O código foi avaliado também em conjunto com outras instâncias da comunidade científica nacional, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e a Academia Brasileira de Ciências”, disse Lafer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tripé da ética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Brito Cruz, a análise das experiências estrangeiras proporcionou um aprendizado que foi consolidado no novo código. O aspecto principal desse aprendizado é que a estratégia para o desenvolvimento de uma cultura de boas práticas científicas se sustenta sobre três pilares: a educação; a prevenção; e a investigação e sanção justas e rigorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitas vezes a discussão só surge quando se chega ao momento da investigação e das sanções relacionadas aos deslizes éticos. Mas é preciso dar atenção à educação da comunidade científica – em especial aos jovens – nessas boas práticas e à prevenção caracterizada pela orientação do pesquisador toda vez que houver dúvidas sobre o assunto”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo da educação, segundo Brito Cruz, as instituições científicas que recebem financiamento da FAPESP serão incentivadas a organizar periodicamente treinamentos e cursos que abordem a questão das boas práticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Da mesma forma, no campo da prevenção a FAPESP deseja que as instituições organizem serviços internos – de acordo com sua cultura e suas tradições – com a função de oferecer orientação aos pesquisadores sobre esse tema. Com isso, eles saberão quem consultar quando houver dúvidas e preocupações relacionadas ao assunto”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, a FAPESP estabelece no código os procedimentos adequados para quando um caso relacionado à má conduta na pesquisa chegar ao ponto de levar a uma investigação. O procedimento terá uma primeira fase interna e sigilosa, a fim de verificar as eventuais alegações e preservar, ao mesmo tempo, os envolvidos que venham a ser inocentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brito Cruz afirmou que uma das expectativas da FAPESP é que o código ajude as instituições financiadas pela Fundação a debater o tema das boas práticas com sua comunidade de forma mais intensa. Segundo ele, é importante que o assunto esteja presente de forma constante, em discussões que envolvam tanto os pesquisadores experientes como os jovens pós-graduandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para facilitar o acesso da comunidade científica ao código, além da sua publicação impressa, criamos um site no portal da FAPESP que reúne o código, o artigo que foi seu ponto de partida e uma série de links para diversas experiências internacionais, como manuais, análises e referências gerais que tratam do tema”, disse Brito Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os links incluem a versão on-line do livro On Being a Scientist: A Guide to Responsible Conduct in Research Third Edition (2009), um documento sobre ciência responsável elaborado pela Academia de Ciências dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A FAPESP está traduzindo essa obra, que será disponibilizada em português. Uma versão impressa será enviada, junto com o código de boas práticas, a todos os pesquisadores e bolsistas que assinarem contrato com a FAPESP”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAPESP – Boas práticas científicas:&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fapesp.br/boaspraticas"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;www.fapesp.br/boaspraticas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Noticiado em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://agencia.fapesp.br/14551"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;http://agencia.fapesp.br/14551&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4882848775303590819?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4882848775303590819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4882848775303590819&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4882848775303590819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4882848775303590819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2011/10/codigo-de-boas-praticas-cientificas-i.html' title='CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS - I'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3592450743130151943</id><published>2011-09-30T09:37:00.007-03:00</published><updated>2011-09-30T09:49:09.789-03:00</updated><title type='text'>AmazonAlert - divulgação</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-vEwe_sJc7sE/ToW6oTerexI/AAAAAAAAA68/D-fIYKOWm3I/s1600/AmazAlertLogo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 313px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-vEwe_sJc7sE/ToW6oTerexI/AAAAAAAAA68/D-fIYKOWm3I/s400/AmazAlertLogo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5658133708447382290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Cientistas da América do Sul e Europa iniciam pesquisa para prever impactos do desflorestamento e das mudanças climáticas globais nas águas, clima e sociedade da Amazônia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunião inaugural do projeto AMAZALERT será realizada de 3 a 5 de outubro no INPE de São José dos Campos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”O desflorestamento na Amazônia tem diminuído nos últimos seis (6) anos, mas parece que esta tendência decrescente pode ter cessado neste ano. Além do desflorestamento, a floresta tropical Amazônica é também relatada como sensível às mudanças climáticas. Por sua vez, as florestas desempenham um papel importante na regulação do clima, chuvas e abastecimento de água Sul-Americano. As florestas da Amazônia, suas águas, clima e sociedade estão sob a ameaça de degradação nas próximas décadas devido às mudanças climáticas globais e desflorestamento regional?“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientistas de 14 renomadas instituições europeias e sul-americanas (Brasil, Bolívia, Colômbia, Peru) iniciaram um novo e ambicioso programa de pesquisa para prever o que poderá acontecer com a Amazônia ao longo das próximas décadas. Alguns relatórios sugerem que sob contínuas mudanças climáticas e desflorestamento, as florestas da região amazônica poderão estar vulneráveis a alguma forma de degradação (die-back) em diversos aspectos, como suas águas, seu clima e sua sociedade. O AMAZALERT tem como objetivo testar o quanto essas previsões são prováveis e, em caso positivo, antecipar onde, como e quando isso deve acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe, liderada pelos pesquisadores Bart Kruijt, da Universidade de Wageningen, Países Baixos (WUR), e Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), irá estudar um possível sistema que detecte sinais de degradação de grandes dimensões na floresta, e que inclui um sistema de alerta caso uma situação de perda de floresta irreversível pareça provável. O AMAZALERT também irá avaliar os impactos e efetividade de políticas públicas e medidas para a prevenção da degradação da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião inaugural do projeto, orçado em 4,7 milhões de euros financiados conjuntamente pelo “European 7th Framework Programme” e organizações nacionais, será nos dias 3 a 5 de outubro, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Antecedentes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atingir suas metas, a equipe do AMAZALERT irá reunir informações disponíveis em trabalhos anteriores sobre clima regional, sensibilidade das florestas e ciclo da água, desflorestamento, os impactos sobre as leis e respostas aos impactos na Bacia Amazônica. Por exemplo, existe uma riqueza de observações resultantes de programas como o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) e simulações de mudanças climáticas globais, conduzidas pelos relatórios do IPCC, que também serão exploradas em detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, modelos de clima, vegetação, e suas interações estão em constante desenvolvimento e informações sistemáticas sobre o papel das pessoas e da sociedade na funcionalidade da Amazônia como uma região são escassas. Em particular, é necessário um melhor conhecimento dos sistemas de retroalimentação dentro do sistema - por exemplo, as interações entre a mudança da cobertura vegetal e o clima na região amazônica. Um importante objetivo é a compreensão dos funcionamentos e impactos da reciclagem da água da chuva pela presença da floresta. Se esse processo for alterado - talvez por meio de perda de floresta de grande escala - pode ocorrer uma deterioração dos ecossistemas da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O AMAZALERT também irá melhorar a nossa compreensão do papel do fogo, e como as pessoas, a agricultura e os governos irão responder às mudanças do clima e do meio ambiente. A equipe envolverá diretamente atores de instituições e governamentais para que suas perspectivas sejam incluídas na modelagem e para auxiliar no desenvolvimento de um modelo para um Sistema de Alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de três anos, o projeto deve fornecer um conjunto de ferramentas aprimoradas para avaliar, e assessorar as tomadas de decisão na gestão futura da região amazônica, incluindo formas de monitorar o funcionamento da Amazônia para se evitar mudanças irreversíveis em seus serviços ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Mais informações:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);font-size:130%;" &gt;www.eu-amazalert.org &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituições Participantes: WUR (Países Baixos), INPE (Brasil), Met Office (Reino Unido), LSCE (França), University Gent (Bélgica), EMBRAPA (Brasil), PIK (Alemanha), VU (Países Baixos), Joanneum Research (Austria), University Leeds (Reino Unido), University Edinburgh (Reino Unido), FAN (Bolívia), Universidad Nacional (Colômbia), USP (Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Contatos: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Dr. Bart Kruijt, Wageningen University and Research centre, Wageningen, Países Baixos. Email: bart.kruijt@wur.nl Tel.: +31317486440; +31628654371&lt;br /&gt;Dr. Carlos Nobre, INPE, São José dos Campos, SP, Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Imprensa:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Ana Paula Soares, INPE. E-mail: anapaula.soares@inpe.br Tel.: +55 12 3208-7323&lt;br /&gt;Gabriela Nascimento, INPE. E-mail: gabriela.nascimento@dir.inpe.br Tel.: +55 12 3208 7076&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3592450743130151943?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3592450743130151943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3592450743130151943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3592450743130151943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3592450743130151943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2011/09/amazonalert-divulgacao.html' title='AmazonAlert - divulgação'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vEwe_sJc7sE/ToW6oTerexI/AAAAAAAAA68/D-fIYKOWm3I/s72-c/AmazAlertLogo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4469172122592352842</id><published>2011-05-08T00:12:00.003-03:00</published><updated>2011-05-08T00:34:22.786-03:00</updated><title type='text'>compania, às vezes nervosa</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N4J-rebb1aY?hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/N4J-rebb1aY?hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nossas companias na Amazônia podem ser nervosas mas, se tratadas com respeito, nos respeitarão também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando amarrei o barco Nheengatu a um arbusto no abrigo em frente à cidade de Santarém eu não havia percebido apresença das cabas (marimbondos). &lt;span id="static-description-0"&gt;A cada movimento do barco elas se agiavam, mas não ocorreu nenhum incidente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Video: (C) Nelson Wisnik&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4469172122592352842?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4469172122592352842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4469172122592352842&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4469172122592352842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4469172122592352842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2011/05/compania-nem-sempre-amigavel.html' title='compania, às vezes nervosa'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7060063520317372766</id><published>2011-04-23T17:57:00.006-03:00</published><updated>2011-04-23T18:07:36.892-03:00</updated><title type='text'>danos à margem da Ponta Negra em Santarém PA</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;degradação da vegetação, Santarém, rio Tapajós, Ponta Negra&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zk9hu1vJBTg?hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zk9hu1vJBTg?hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O video mostra um comboio de óleo formado pela balsa EDL-II e pelo empurrador EDL-VII (Manaus AM), encalhados contra a margem do rio Tapajós logo acima de sua foz, na várzea da Ponta Negra em frente à cidade de Santarem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta técnica de encalhe, muito comum na região amazônica, causa grande degradação na vegetação das margens.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O video foi feito a partir do barco Nheengatu em 25 de fevereiro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7060063520317372766?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7060063520317372766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7060063520317372766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7060063520317372766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7060063520317372766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2011/04/danos-margem-da-ponta-negra.html' title='danos à margem da Ponta Negra em Santarém PA'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1772235491157866401</id><published>2011-02-08T19:15:00.023-03:00</published><updated>2011-03-04T01:49:51.340-03:00</updated><title type='text'>Comparação entre as estiagens de 2005 e 2010 na Amazônia</title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt; amazônia seca estiagem 2010 Santarém rio Tapajós rio Amazonas 2005 Science&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TVMavy8Bx1I/AAAAAAAAA3Q/3dmd17u3J4Y/s1600/compara%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B2005%2B2010.GIF"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 258px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571826572417156946" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TVMavy8Bx1I/AAAAAAAAA3Q/3dmd17u3J4Y/s400/compara%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B2005%2B2010.GIF" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;font-size:100%;"&gt;Já é fato constatado, devidamente mens&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;font-size:100%;"&gt;urado, publicado na revista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Science&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;font-size:100%;"&gt;, que a estiagem de 2010 foi mais forte que a de 2005, anteriormente tida como uma das mais severas. As conseqüências climáticas desta estiagem, seus efeitos sobre a mudança climática, não são tangíveis no nosso cotidiano em curto prazo, mas seus efeitos podem ser facilmente observados no nível dos rios.&lt;/span&gt; &lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:verdana;" class="western" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A título de comparação, elaboramos um gráfico que ilustra a evolução do nível do rio Tapajós conforme registrado no linímetro posicionado no cais da CDP em Santarém, nos anos 2005 e 2010, a partir do dia primeiro de setembro de cada um desses anos, quando o nível era 4,10m.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:verdana;" class="western" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Obseva-se que na estiagem de 2005 o nível mínimo de 1,24m foi atingido após 59 dias, recuperando o mesmo nível de primeiro de setembro em 122 dias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:verdana;" class="western" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na estiagem de 2010 o nível do rio desceu a 0,50m em 51 dias, permanecendo abaixo de 1m por cerca de um mês, com dois valores mínimos relativos de 0,46m! Somente após 157 dias, em 3 de fevereiro próximo passado, o nível de primeiro de setembro foi novamente atingido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:verdana;" class="western" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Resumindo, em 2010 a estiagem foi um mês mais longa que a de 2005, e o rio Tapajós chegou a quase um metro abaixo do nível mínimo atingido naquele ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:verdana;" class="western" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em 19 de outubro e 15 de dezembro passados editamos postagens cujo intuito foi mostrar que já existiam informações disponíveis e confiáveis com as quais já era possível antever uma forte estiagem, fato esse que se concretizou. Assim, a administração pública teria condições de agir estrategicamente visando minimizar os problemas causados à população, sobretudo a ribeirinha, por uma situação extremante desta natureza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm;font-family:verdana;" class="western" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sobre esta estiagem leia também, abaixo, as postagens de 15 de novembro e 19 de outubro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class="western"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Gráfico: N. Wisnik&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class="western"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fontes: ANA e INMET&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1772235491157866401?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1772235491157866401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1772235491157866401&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1772235491157866401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1772235491157866401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2011/02/comparacao-entre-as-estiagens-de-2005-e.html' title='Comparação entre as estiagens de 2005 e 2010 na Amazônia'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TVMavy8Bx1I/AAAAAAAAA3Q/3dmd17u3J4Y/s72-c/compara%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B2005%2B2010.GIF' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5880193415808115013</id><published>2010-11-15T16:44:00.003-03:00</published><updated>2011-02-09T21:57:30.637-03:00</updated><title type='text'>em outubro a estiagem continuou</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;. Santarém rio Amazonas rio Tapajós seca estiagem Science 2005 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TOHSqM2esjI/AAAAAAAAA24/Yganol9c6r8/s1600/Desvio%2Bde%2BPrecipita%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BMensal%2BOUT%2B2010%2BA.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TOHSqM2esjI/AAAAAAAAA24/Yganol9c6r8/s400/Desvio%2Bde%2BPrecipita%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BMensal%2BOUT%2B2010%2BA.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539940639088489010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O mapa do desvio de precipitação no mês de outubro passado só foi disponibilizado, parcialmente, neste domingo, dia 14.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nele podemos constatar que as bacias hidrográficas dos  rios Madeira, Solimões, Negro e Branco, continuaram sob estiagem. Houve  ocorrência de chuvas ao longo do rio Tapajós, mas ainda não há dados  consolidados sobre seus formadores, os rios Juruena e Teles Pires.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como consequência, o nível dos rios Amazonas e Tapajós em Santarém deve continuar baixo mais algum tempo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mapa: INMET&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5880193415808115013?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5880193415808115013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5880193415808115013&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5880193415808115013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5880193415808115013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/11/em-outubro-estiagem-continuou.html' title='em outubro a estiagem continuou'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TOHSqM2esjI/AAAAAAAAA24/Yganol9c6r8/s72-c/Desvio%2Bde%2BPrecipita%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BMensal%2BOUT%2B2010%2BA.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7099653187585273200</id><published>2010-10-23T21:14:00.008-03:00</published><updated>2011-03-09T18:22:50.336-03:00</updated><title type='text'>abrigado no Igarapé-Açú</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tapajos Amazonas tempestade convectiva Santarem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RaeLGQfhNhQ?hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/RaeLGQfhNhQ?hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="result_box" class="" lang="pt"&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;visão&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;noturna de&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;uma &lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;grande&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;e&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;duradoura&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="result_box" class="" lang="pt"&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;tempestade&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;convectiva &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="result_box" class="" lang="pt"&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;teve início na tarde de&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;12 de março de 2005&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;O&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;vídeo&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;foi feito&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;no&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;barco&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;Nheengatu&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;enquanto&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;abrigado&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;no&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;canal de&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps atn"&gt;Igarapé-&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;Açu&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;Este&lt;/span&gt; estreito &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;canal&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;liga&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;o&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;rio&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;Amazonas&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;até o rio&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;Tapajós&lt;/span&gt;&lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span title="Clique para mostrar traduções alternativas" class="hps"&gt;seu afluente&lt;/span&gt;&lt;span class="" title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;, em frente à cidade de Santarém, no oeste do Estado do Pará.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Video: (C) Nelson Wisnik, 2005&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7099653187585273200?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7099653187585273200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7099653187585273200&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7099653187585273200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7099653187585273200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/10/abrigado-no-igarape-acu.html' title='abrigado no Igarapé-Açú'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3172719248699636240</id><published>2010-10-19T12:41:00.007-03:00</published><updated>2011-03-03T19:09:40.479-03:00</updated><title type='text'>Santarém está preparada?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;. Santarem rio Amazonas Tapajos estigem seca Science 2005 2010 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A forte estiagem que caracteriza a região este ano é conseqüência da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) no Oceano Pacífico, que está anomalamente alta desde abril do ano passado, fenômeno conhecido com El Niño.&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A variação do nível do Rio Tapajós parece seguir o padrão de 2005, a questão que se coloca é se a atual estiagem será tão intensa quanto aquela, ou mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como o nível do rio em Santarém depende bem menos da precipitação local do que da precipitação rio acima, observando-se os desvios de precipitação na região amazônica ocorridos nos anos de 2005 e agora em 2010 podemos arriscar um prognóstico. Os mapas com os desvios de precipitação trimestrais de julho a setembro nos anos de 2005 e 2010 mostram que as situações nestes anos têm similaridades.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TL29SL38BGI/AAAAAAAAA2Y/SdFjtLYEftc/s1600/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+Trimestral+JAS+2005+e+2010.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TL29SL38BGI/AAAAAAAAA2Y/SdFjtLYEftc/s400/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+Trimestral+JAS+2005+e+2010.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529784037603542114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mais próximo no tempo, o mapa de desvio de precipitação do último mês, setembro, mostra que a estiagem ainda não terminou, e mais, que a situação é mais grave do que em 2005, inferindo-se que o nível do rio deve continuar baixando.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TL284sEXhxI/AAAAAAAAA2Q/7RcDtcs_Vkk/s1600/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+Setembro+2005+e+2010.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TL284sEXhxI/AAAAAAAAA2Q/7RcDtcs_Vkk/s400/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+Setembro+2005+e+2010.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529783599569012498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A administração pública, tanto municipal quanto estadual, deve aprofundar a análise e se adiantar na perspectiva de problemas de deslocamento das embarcações, do “terminal’ hidroviário, do acesso às escolas e aos postos de saúde em comunidades ribeirinhas, problemas no abastecimento de água, de remédios, de gêneros de primeira necessidade, e não ficar esperando o fato consumado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 2005 estive presente à seção legislativa da ALEPA em Santarém quando, entre tantos discursos de trocas de elogios que praticamente tomavam o tempo disponibilizado a cada Deputado, pude ouvir tímidas promessas de ações estruturais para que as dificuldades enfrentadas naquele ano não se repetissem caso nova estiagem acometesse a região. As ações foram tomadas? A região está preparada para a forte estiagem que se prenuncia?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Continuando a análise, a partir de maio deste ano constatou-se a inversão da anomalia da TSM do Pacífico, passando a ficar abaixo da normal, observando-se já em agosto o estabelecimento do fenômeno &lt;st1:personname productid="La Ni￱a. Este" st="on"&gt;La Niña. Este&lt;/st1:personname&gt; fenômeno tem como impactos no Brasil o aumento da precipitação sobre as regiões Norte e Nordeste, enquanto a região Sul experimenta redução na precipitação e seca.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Alterações globais não acontecem da noite para o dia, mas a reversão do quadro de estiagem deve acontecer já na próxima cheia, a qual deverá ser grande e invadir novamente a cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para a análise descrita acima foram utilizadas informações sobre os desvios de precipitação que podem ser encontradas nas páginas do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e do INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, e informações sobre os níveis dos rios que podem ser encontradas na página da ANA – Agência Nacional de Águas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3172719248699636240?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3172719248699636240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3172719248699636240&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3172719248699636240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3172719248699636240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/10/forte-estiagem-que-caracteriza-regiao.html' title='Santarém está preparada?'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TL29SL38BGI/AAAAAAAAA2Y/SdFjtLYEftc/s72-c/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+Trimestral+JAS+2005+e+2010.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-2280719312134300070</id><published>2010-10-15T07:48:00.015-03:00</published><updated>2011-02-09T22:04:08.192-03:00</updated><title type='text'>Tratamento de turbidez da água do rio Amazonas</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Santarem rio Amazonas rio Tapajos turbidez água filtragem tratamento Sodis ultravioleta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em nossa postagem de 26 de outubro de 2007 descrevemos o processo &lt;em&gt;SODIS &lt;/em&gt;de desinfecção da água através de sua exposição à radiação solar, a qual, pela ação da radiação infravermelha, aquece a água e, pela ação da radiação ultravioleta, proporciona a formação de ozônio e peróxido de hidrogênio (água oxigenada).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A ação conjunta, sinergética, do aquecimento e do potencial oxidante do ozônio e da água oxigenada, milhares de vezes superior ao poder oxidante do cloro, leva à destruição os tecidos orgânicos dos patógenos presentes na água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Para que o processo de desinfecção da água ocorra e seja eficiente é necessária a penetração da radiação solar na água sob exposição, o que implica que esta deverá ter baixa turbidez *.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os rios da Amazônia são classificados primariamente pela aparência de suas águas. Os rios de águas “brancas” são os rios que carregam muitos sedimentos de solos erodidos e têm águas com alta turbidez (turvas), como os rios Amazonas e o Madeira. Os rios de águas “negras” são impregnadas de ácido fólico, resultante da degeneração de material orgânico, que lhes confere alta turbidez, como os rios Negro e Trombetas. Finalmente, os rios de águas “claras”, que drenam áreas geologicamente estáveis, com águas de baixa turbidez, como os rios Tapajós e Xingu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Embora água seja um elemento abundante na Amazônia, nem todas as comunidades ribeirinhas são banhadas por rios com águas que possam ser utilizadas sem um mínimo de cuidado. Durante a época da cheia os rios transbordam e alagam as áreas utilizadas para cultivo agrícola ou criação de animais, durante a estiagem a água recua e rios e lagos têm aumentada a concentração de material em suspensão ou dissolvidos, tornando-se, tanto na cheia quanto na estiagem, necessário tratamento básico da água antes de seu consumo. Um método de tratamento de água que se adequa à região amazônica é o processo &lt;em&gt;SODIS&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Águas “claras” podem ser diretamente submetidas ao processo &lt;em&gt;SODIS&lt;/em&gt;, enquanto que águas “negras” e “brancas” necessitam ter sua turbidez reduzida antes de serem submetidas à radiação solar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No caso das águas “negras” uma das soluções é a utilização de sementes de Moringa oleifera, uma espécie pantropical, para precipitação dos solutos. Sua viabilidade foi estudada em 2001 por Luís Ramos Borba, sob orientação da Dra. Carmem Lúcia Moreira Gadelha, na Universidade Federal da Paraíba.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No caso das águas “brancas” os materiais em suspensão podem ser retirados por um processo de filtragem simples. Filtros de grande vazão foram desenvolvidos e instalados em comunidades ribeirinhas, mas para uso por moradores isolados, faltava um modelo mais prático e transportável do que as tradicionais e frágeis “talhas de barro”. Construímos um modelo simples e de baixo custo com partes de tubos e conexões hidráulicas para uso com a mesma “vela” de cerâmica filtrante das 'talhas de barro”, ilustrado na foto abaixo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528224821958463570" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 300px; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TLgzL49U0FI/AAAAAAAAA1g/-0tKGiUAxkM/s400/filtro+simples+de+cer%C3%A2mica.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Uma “vela” de cerâmica, o elemento filtrante de uso comum em “talhas de barro”, de baixo custo, é fixada em uma tampa na extremidade de um tubo de PVC, de modo a ficar dentro dele, na outra extremidade do tubo é colocada uma redução de diâmetro de modo a fixar uma terminação para mangueira, pela qual entra a água a ser filtrada. A mangueira, cuja finalidade é criar uma coluna d'água para prover pressão sobre o elemento filtrante, pode ter seu comprimento adaptado à conveniência de sua utilização e a vazão desejada. A esponja preta incluída na ilustração tem finalidade única e exclusiva de limpar o elemento filtrante por abrasão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A foto abaixo ilustra o resultado da filtragem em água do rio Amazonas coletada em 09 de dezembro de 2007 logo a montante da foz do rio Tapajós. À esquerda a água antes da filtragem, em uma garrafa PET de capacidade de dois litros, vista de cima, à direita a mesma água após filtragem, notando-se que a redução da turbidez tornou possível observar a marca “X” colocada sob a garrafa.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528241878326330354" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 189px; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TLhCss4UQ_I/AAAAAAAAA1o/aA7ENEtjd2A/s400/teste+de+turbidez.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nesta condição a água do rio Amazonas pode ser submetida ao processo &lt;em&gt;SODIS&lt;/em&gt; de desinfecção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Esta postagem faz parte do BLOG ACTION DAY, cujo tema deste ano é ÁGUA. Acesse a página &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0); font-style: italic;font-size:130%;" &gt;blogactionday.change.org&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; para saber mais sobre esta ação e as postagens mundiais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;* turbidez é uma medida da quantidade de materiais em suspensão ou dissolvidos na água, fazendo com que deixe de ser translúcida e adquira cor, resultante da absorção ou espalhamento da radiação solar incidente sobre ela&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para saber mais sobre o processo Sodis acesse nossa postagem de 26 de outubro de 2007.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-2280719312134300070?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/2280719312134300070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=2280719312134300070&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/2280719312134300070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/2280719312134300070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/10/turbidez-da-agua-para-consumo-humano.html' title='Tratamento de turbidez da água do rio Amazonas'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/TLgzL49U0FI/AAAAAAAAA1g/-0tKGiUAxkM/s72-c/filtro+simples+de+cer%C3%A2mica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7135475902882057272</id><published>2010-09-26T11:57:00.009-03:00</published><updated>2011-03-09T18:10:12.154-03:00</updated><title type='text'>chegada de uma grande tempestade convectiva</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Santarem tempestade convectiva amazonia rio amazonas tapajos barco nheengatu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TNIWgUDetYI?hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TNIWgUDetYI?hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;chegada de uma grande tempestade convectiva na Amazônia, na tarde de 12 de março de 2005. O vídeo foi tirado do barco Nheengatu que estava, inicialmente, perto da foz do rio Tapajós, um afluente do rio Amazonas. Percebendo o tamanho da tempestade e a intensidade dos ventos que ela traria resolveu-se procurar abrigo no canal do Igarapé-Açu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Video: (C) Nelson Wisnik, 2005&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7135475902882057272?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7135475902882057272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7135475902882057272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7135475902882057272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7135475902882057272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/09/qual-o-brasil-que-queremos.html' title='chegada de uma grande tempestade convectiva'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-2811472836334595198</id><published>2010-04-02T19:41:00.007-03:00</published><updated>2011-03-09T18:07:45.122-03:00</updated><title type='text'>o extraordinário Japiim (Cacicus cela)</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Japiim "cacicus cela" amazonia rio Amazonas rio Tapajos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uK7y0ybwyvs?hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uK7y0ybwyvs?hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;os japiins (Cacicus cela) são aves extraordinárias, não só pela beleza de sua plumagem contrastante em amarelo e preto, mas também pela canto pois, além do seu próprio, é um exímio imitador dos cantos das outras aves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a "arquitetura" dos seus ninhos, sutilmente pendurada em finos galhos de árvores, e com a entrada por baixo, dificulta o acesso aves predadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas seu sentido de preservação não pára por aí, os ninhos são construídos onde há "boa vizinhança", isto é, próximos a ninhos de caba (marimbondo), dificultando o acesso a outros predadores que venham pelos galhos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Video: (C) Nelson Wisnik, 2003&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-2811472836334595198?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/2811472836334595198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=2811472836334595198&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/2811472836334595198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/2811472836334595198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/04/japiim.html' title='o extraordinário Japiim (Cacicus cela)'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3390050285060148789</id><published>2010-02-07T15:42:00.023-03:00</published><updated>2011-03-08T18:28:27.154-03:00</updated><title type='text'>subindo o Paraná do Caldeirão</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Juruti Amazonas Nhamundá Oriximiná Obidos&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; "Terra Santa"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-vYnWCB__Jg?hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-vYnWCB__Jg?hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Paraná do Caldeirão, com cerca de 11 milhas náuticas* de comprimento,  conecta o rio Nhamundá ao rio Amazonas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;, tem início na margem esquerda do rio Amazonas, a cerca de 16 milhas náuticas a montante da cidade de Juruti, terminando no "repartimento", no rio Nhamundá, a 16 milhas náuticas a jusante da cidade de Terra Santa e a 42 milhas náuticas a montante da cidade de Oriximiná.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As imagens foram tomadas durante viagem do barco Nheengatu de Terra Santa a Juruti.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Video: © Nelson Wisnik, 2003&lt;br /&gt;* 1 milha náutica = 1,852 km&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3390050285060148789?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3390050285060148789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3390050285060148789&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3390050285060148789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3390050285060148789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/02/subindo-o-parana-do-caldeirao.html' title='subindo o Paraná do Caldeirão'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7608474937184968600</id><published>2010-02-06T11:45:00.027-03:00</published><updated>2011-02-11T12:45:09.237-03:00</updated><title type='text'>cheia do Tapajós: previsão sem alteração</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;. amazonia rio tapajos amazonas estiagem seca 2010 santarem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S27LvPVS14I/AAAAAAAAA0U/Uevd7l2x61k/s1600-h/desvio+precipit+jan+2010.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 378px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S27LvPVS14I/AAAAAAAAA0U/Uevd7l2x61k/s400/desvio+precipit+jan+2010.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435505812712904578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 8 de janeiro passado publiquei postagem sobre a próxima cheia do rio Tapajós. Decorrido um mês, conforme previsto pelos especialistas do INPE, INMET e órgãos estaduais de meteorologia, a influência do fenômeno El Niño continua prevalecendo, causando chuvas abaixo da normal climatológica nas regiões norte e acima do normal na região sul.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;O mapa ilustra os desvios de precipitação ocorridos em janeiro, quantificados conforme a escala à direita. Nele se observa a diferença entre os desvios delineada pelo dividor de águas da Chapada dos Parecis, com chuvas escassas ao norte dela, enquanto as chuvas excedem a normalidade ao sul da chapada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 12 de abril de 2008 publiquei postagens sobre "o nível dos rios em Santarém" e sobre as "anomalias de precipitação" acorridas naquela ocasião, acompanhando o desenvolvimento da anomalia em postagens enviadas em 4 de junho e 3 de julho daquele ano, quando as chuvas voltaram ao normal.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Fontes: INMET e INPE&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7608474937184968600?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7608474937184968600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7608474937184968600&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7608474937184968600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7608474937184968600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/02/cheia-do-tapajos-previsao-sem-alteracao.html' title='cheia do Tapajós: previsão sem alteração'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S27LvPVS14I/AAAAAAAAA0U/Uevd7l2x61k/s72-c/desvio+precipit+jan+2010.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6595365020797098617</id><published>2010-01-27T20:07:00.008-03:00</published><updated>2010-01-27T21:03:54.144-03:00</updated><title type='text'>MacroZEE da Amazônia Legal</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;zoneamento ecológico econômico amazônia edital mma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S2DLzO9HmoI/AAAAAAAAAz0/p7dI2Y4nFl4/s1600-h/consulta_publica_web_225+recortada.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S2DLzO9HmoI/AAAAAAAAAz0/p7dI2Y4nFl4/s400/consulta_publica_web_225+recortada.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431565231657032322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável lançou Edital de Consulta Pública para "apresentação de críticas e sugestões para aperfeiçoar o documento de instituição do Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal (MacroZEE da Amazônia Legal)".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Podem participar pessoas físicas e jurídicas, e a divulgação está sendo feita através de correio eletrônico visando maior penetração na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A Proposta Preliminar para Consulta Pública pode ser acessada (e baixada) através da página do Ministério do Meio Ambiente, assim como o Formulário para Envio de Contribuições, elaborado para orientar e organizar as críticas e sugestões. O formulário preenchido poderá ser enviado por correio eletrônico (envio de arquivo), pelos Correios ou mesmo entregue em mãos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O prazo para manifestações se encerra em 06 de março próximo futuro. O material recebido será analisado pela Comissão Coordenadora do Macrozoneamento da Amazônia Legal, após o que a Comissão divulgará o Relatório de Análise de Contribuições.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para participar acesse a página do MacroZEE no menu "VISITE" deste blog.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6595365020797098617?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6595365020797098617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6595365020797098617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6595365020797098617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6595365020797098617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/01/macroz.html' title='MacroZEE da Amazônia Legal'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S2DLzO9HmoI/AAAAAAAAAz0/p7dI2Y4nFl4/s72-c/consulta_publica_web_225+recortada.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1522890407141992038</id><published>2010-01-08T09:44:00.028-03:00</published><updated>2011-02-11T12:46:38.583-03:00</updated><title type='text'>A próxima cheia do Tapajós</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;anomalias de precipitação clima 2009 chuvas desvios&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; amazonia santarem cheia rio amazonas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424353957465526226" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 226px; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S0ctL1K3j9I/AAAAAAAAAzc/c3s5eL2muQQ/s400/Anomalias+de+precipita%C3%A7%C3%A3o+final+2009.png" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O mapa à esquerda apresenta a distribuição dos desvios de precipitação (valores acima ou abaixo da média histórica de 1961 a 1990, a normal climatológica) para o trimestre Set/Out/Nov/2009, enquanto que o mapa à direita apresenta os desvios para o mês de Dez/2009. A escala entre os mapas quantifica os desvios, de &lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;azul claro&lt;/span&gt; a &lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;lilás&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;para precipitação acima da normalidade, de &lt;span style="color: rgb(255, 255, 153);"&gt;amarelo claro&lt;/span&gt; a &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;vermelho&lt;/span&gt; para precipitação abaixo da normalidade, em branco as regiões cujas chuvas se deram segundo a normal climatológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A distribuição de chuvas no final do ano de 2009 apresentou a característica imposta pelo fenômeno El Niño, qual seja, precipitação abaixo da média histórica nas regiões norte e nordeste e acima da média histórica nas regiões sul e sudeste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-size:130%;" &gt;É consenso entre os órgãos técnicos meteorológicos que o fenômeno El Niño continuará afetando o clima durante o primeiro trimestre de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-size:130%;" &gt;Embora em dezembro tenha chovido em excesso na região da foz do rio Madeira, a precipitação nas cabeceiras do rio Tapajós foi bastante baixa. A próxima cheia não deverá atingir nível preocupante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: INPE/INMET&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1522890407141992038?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1522890407141992038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1522890407141992038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1522890407141992038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1522890407141992038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2010/01/anomalias-de-precipitacao-clima-2009.html' title='A próxima cheia do Tapajós'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/S0ctL1K3j9I/AAAAAAAAAzc/c3s5eL2muQQ/s72-c/Anomalias+de+precipita%C3%A7%C3%A3o+final+2009.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-957050736052676663</id><published>2009-12-08T12:47:00.004-03:00</published><updated>2009-12-08T13:32:21.600-03:00</updated><title type='text'>Afinal, do que se trata?</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;aquecimento global COP 15 Copenhague concentração de co2 temperatura atmosfera&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412893443936308050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Sx516JTdS1I/AAAAAAAAAy4/G5Dz2cI7lUo/s320/Aquecimento+Global.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nesta semana se realiza a tão falada e esperada Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague. Qual é a grande questão, afinal?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A ciência trata de estabelecer relações entre fenômenos naturais (através de equações, por exemplo) que sirvam de modelos matemáticos dos fenômenos observados, a partir dos quais se possam inferir efeitos a partir de eventos causais, naturais ou não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os gráficos ilustram, no eixo horizontal, a linha do tempo dos últimos 400 mil anos passados contados para trás a partir do ano de 1950, o qual corresponde ao zero na extremidade direita do eixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No gráfico superior, o eixo vertical corresponde à concentração de gás carbônico (CO2) na atmosfera terrestre em “ppmv” (partes por milhão, volumétricas). Nele se observa basicamente que a concentração de CO2 não se manteve estável ao longo desse tempo, mas sim apresentou oscilações entre concentrações de 180ppmv a 290ppmv. Quer dizer, para cada milhão de partes dos gases componentes da atmosfera terrestre (Nitrogênio, Oxigênio, Argônio, principalmente), de 180 a 290 correspondiam ao gás carbônico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No gráfico inferior, o eixo vertical corresponde à temperatura média global da atmosfera, tendo como referência a normal climatológica tomada entre os anos de 1961 a 1990, que corresponde ao zero nesse eixo. Também se observa que a temperatura da atmosfera não se manteve estável ao longo desse tempo, apresentando oscilações desde temperaturas de 9ºC abaixo da atual até 3ºC acima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A essa altura o leitor já deve ter observado a nítida correlação entre as variações da concentração de CO2 na atmosfera e da temperatura média dessa mesma atmosfera, ou seja, quando a concentração de CO2 estava mais alta a temperatura da atmosfera também era mais elevada, ou vice versa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Algumas hipóteses podem ser levantadas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeira, a temperatura da atmosfera e a concentração de CO2 não têm relação entre si, tratando-se efetivamente de uma (improvável) coincidência;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Segunda, a temperatura da atmosfera e a concentração de CO2 têm correlação com um terceiro fator, não identificado, que, ao variar, faz variarem também a temperatura e a concentração de CO2;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Terceira, a concentração de CO2 está relacionada à temperatura da atmosfera, que, ao variar, faz com que a concentração de CO2 se altere também, proporcionalmente;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quarta, a temperatura da atmosfera está relacionada à concentração de CO2, que, ao variar, faz com que a temperatura da atmosfera se altere também, proporcionalmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Valendo a primeira, a segunda ou a terceira hipóteses a temperatura da atmosfera terrestre poderá entrar em declínio novamente reproduzindo variações observadas anteriormente, tese defendida por parte dos cientistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Valendo a quarta hipótese, a temperatura da atmosfera terrestre se elevará acompanhando a elevação da concentração de CO2. Os modelos físicos relacionados à emissão de radiação da Terra para o espaço e à absorção e retenção da energia solar pela Terra apontam para esta última hipótese, defendida por grande parte dos cientistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No tempo presente, que se configura na extremidade direita do gráfico superior, indiquei a elevação da concentração de CO2 ocorrida desde o início da revolução industrial, que teve lugar a partir do final do século 19, culminando com os atuais 380ppmv de concentração de CO2 na atmosfera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O modelo econômico mundial está baseado no consumo, o qual requer produção, a qual requer energia, cuja matriz se sustenta em combustíveis não renováveis que têm como subproduto o CO2, que é jogado na atmosfera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Parece até haver consenso na necessidade de se reduzir as emissões de CO2 na atmosfera, mas não em quanto reduzir nem quem reduzirá mais, pois esta mudança representará, ou a redução da atividade industrial (e lucro), ou a adoção de mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL) e os custos advindos dessa mudança. O próximo passo poderá ser anular as emissões e, posteriormente, seqüestrar mesmo parte do CO2 contido na atmosfera. Já há grupos de pesquisa trabalhando nisso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em discussão, vamos acompanhar pra ver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gráfico: UN&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-957050736052676663?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/957050736052676663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=957050736052676663&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/957050736052676663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/957050736052676663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/12/nesta-semana-se-realiza-tao-falada-e.html' title='Afinal, do que se trata?'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Sx516JTdS1I/AAAAAAAAAy4/G5Dz2cI7lUo/s72-c/Aquecimento+Global.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6570714672684351067</id><published>2009-11-06T08:07:00.010-03:00</published><updated>2011-02-11T12:48:27.377-03:00</updated><title type='text'>ameaça ao rio Tapajós</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;rio tapajos amazonia cianobacterias poluicao poluição eutroficação eutrofização santarem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400946170996338626" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 240px; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SvQD7VU-L8I/AAAAAAAAAyY/PPeFdxBAXM0/s320/cianobact%C3%A9rias+STM.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sazonalmente, nas águas do Rio Tapajós, região oeste do Estado do Pará, amazônia brasileira, observa-se verdadeira explosão populacional de cianobactérias, com consequências sobre o provimento de água para populações ribeirinhas, as quais se servem das águas superficiais. &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Também, é notável o aumento da intensidade dessa explosão em anos mais recentes, possivelmente acarretado pela eutroficação devido ao intenso uso de fertilizantes agrícolas em culturas cada vez mais próximas à margem, em visível desrespeito à regulamentação das matas ciliares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6570714672684351067?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6570714672684351067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6570714672684351067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6570714672684351067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6570714672684351067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/11/ameaca-ao-rio-tapajos.html' title='ameaça ao rio Tapajós'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SvQD7VU-L8I/AAAAAAAAAyY/PPeFdxBAXM0/s72-c/cianobact%C3%A9rias+STM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6413373980878880377</id><published>2009-11-02T14:56:00.009-03:00</published><updated>2011-02-11T12:50:12.811-03:00</updated><title type='text'>as águas do rio Tapajós</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;amazonia qualidade da água rio tapajos amazonas 2005&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; santarem aveiro fordlandia itaituba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399614825438441602" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 240px; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Su9JE0ow8II/AAAAAAAAAyM/f2kdJEbBmX8/s320/amazonia+2+309.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A qualidade das águas do rio Tapajós foi objeto de estudo durante a Expedição Científica no Rio Tapajós de 29 de outubo a 01 de novembro de 2005, auge da forte estiagem que acometeu a Amazônia naquele ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Amostras de água e plâncton foram coletadas em posições logo a jusante das cachoeiras do Maranhãozinho em São Luiz do Tapajós, a montante de Itaituba, Barreiras, Brasília Legal, Fordlândia, Aveiro, na foz do rio Cupari, no Lago do Tavio e na Ponta do Cururú, próxima a Alter do Chão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As amostras foram submetidas a treze testes de caracterização físico-química, alguns realizados a bordo do Nheengatu e outros nos laboratórios da UFPA. Os resultados das análises foram apresentadas pelo Prof. Reinaldo Peleja no IV Encontro de Estudos e Debates sobre Águas Doces do Baixo Amazonas, realizado no auditório do IESPES. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Das análises se constatou ser a água do Tapajós POTÁVEL nos locais amostrados. Os resultados de todos os estudos foram colocados à disposição da comunidade. Saliente-se terem sidos coletadas as amostras em situação extremamente desfavorável devido ao nível bastante baixo do rio naquela ocasião. Os resultados servem para comparação com outros estudos que venham a ser realizados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2007&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;......... &lt;/span&gt;Rio Tapajós, visto do alto da Serra da Piroca, Alter do Chão&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.........&lt;/span&gt; em primeiro plano o Lago das Piranhas&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6413373980878880377?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6413373980878880377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6413373980878880377&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6413373980878880377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6413373980878880377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/11/as-aguas-do-rio-tapajos.html' title='as águas do rio Tapajós'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Su9JE0ow8II/AAAAAAAAAyM/f2kdJEbBmX8/s72-c/amazonia+2+309.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5596253471313444641</id><published>2009-11-01T09:53:00.015-03:00</published><updated>2011-02-11T12:51:18.829-03:00</updated><title type='text'>há quatro anos</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;rio tapajos estiagem seca amazonia 2005 expedição cientifica&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; barco nheengatu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399121229723325122" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 213px; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Su2IJxTt0sI/AAAAAAAAAyE/nbz98xlc1nU/s320/DSC_8799.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há quatro anos, no auge de forte estiagem na Amazônia, foi realizada uma expedição científica no Rio Tapajós, conforme projeto elaborado pelo Prof. Miguel Borghezan, a qual tive o privilégio de comandar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum das Instituições de Ensino Superior de Santarém, formado pelas Coordenações de Pesquisa da UFPA, ILES/ULBRA, ISES/FIT, IESPES, UEPA e UFRA, dirigido nesta data pela FIT (Coordenação Geral) e UEPA (Vice-Coordenação), com a colaboração da Delegacia da Capitania dos Portos de Santarém, do Jornal das Águas e do B/M Nheengatu, visando dar efetividade aos objetivos que justificaram sua criação, nos termos do Regimento Interno, organiza e realiza a PRIMEIRA EXPEDIÇÃO CIENTÍFICA DAS IES DE SANTARÉM, no rio Tapajós, para coleta de dados, materiais, algumas medições, batimetria, registros fotográficos, filmagens, documentação e eventuais experimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA SINTÉTICA DO PROJETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bacia do rio Tapajós tem grande importância para a cidade de Santarém em diversos aspectos. Com cerca de 40% situado em território paraense e 60% no Mato Grosso, o rio Tapajós pode servir à implantação de hidrovia para transporte de cargas e passageiros. Também é pólo turístico reconhecido pelo Governo do Estado do Pará no âmbito das políticas públicas. Conhece-se pouco do estado das águas e da calha do Tapajós. Cresce de importância uma verificação agora com o baixo volume d’água existente, nesta ocasião de grande vazão, considerada de nível extraordinário. Fala-se na imprensa de “seca na Amazônia”, inclusive com a prestação de auxílio e socorro a populações isoladas desde o Acre até o Pará. Registra-se ser a maior vazante dos últimos quarenta anos em Santarém, onde a prefeita decretou Situação de Emergência por 90 dias (Decreto Municipal nº 421, de 18.10.2005) &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=26610414813743389&amp;amp;postID=7222564191009422668#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. A Delegacia da Capitania dos Portos em Santarém recomenda não viajar à noite em certos trechos. Dadas essas condições, parece altamente relevante do ponto de vista da pesquisa, documentar, registrar e verificar a situação do rio Tapajós, desde sua foz no rio Amazonas até a localidade de São Luiz do Tapajós, um pouco acima da cidade de Itaituba, antes da cachoeira “denominada Maranhãozinho, nas proximidades da barra do afluente da margem esquerda do rio Tracoá” &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;[2]&lt;/span&gt;. Trata-se do curso do Baixo Tapajós, como é conhecido pela hidrografia. Como está a saúde do Tapajós, a qualidade de suas águas e de tributários, o relevo do fundo, o nível de açoreamento, a aptidão para a navegação, enfim, dados e registros que permitam às IES produzir pesquisa, artigos científicos, manifestações fundadas na realidade, da qual depende a melhor ou pior qualidade de vida de muitas pessoas em nossa região, principalmente no Município de Santarém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. OBJETIVOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Geral&lt;br /&gt;Reconhecer as condições gerais da calha e das águas no chamado Baixo rio Tapajós, recolhendo dados, elementos e materiais, fazendo medições, batimetria, registros fotográficos, filmagens para documentação e eventuais experimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 Específicos&lt;br /&gt;* realizar o levantamento da situação da calha e margens do Baixo rio Tapajós mediante fotos e filmagens, demonstrando suas condições físicas gerais.&lt;br /&gt;* promover a análise físico-química das águas do Baixo rio Tapajós, mediante coleta e análise em alguns pontos do seu curso, inclusive ph, oxigênio dissolvido e turbidez.&lt;br /&gt;*recolher amostras de elementos, componentes, dados e eventualmente registro de temperatura, demonstrativos da situação das águas do Baixo rio Tapajós.&lt;br /&gt;* Verificar as condições de navegabilidade, inclusive realizando a batimetria no interesse da navegação no Baixo rio Tapajós.&lt;br /&gt;* Documentar áreas, sítios, relevos, acidentes geográficos e outros de interesse turístico, paisagístico, histórico e artístico no Baixo rio Tapajós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 Metas&lt;br /&gt;Chamar a atenção do Poder Público, de instituições organizadas da sociedade, em especial das IES de Santarém e da população em geral, para a importância de se estudar melhor a situação do Baixo rio Tapajós, no sentido de permitir ações, medidas corretivas e preventivas da degradação das águas e do meio ambiente. Despertar o interesse imediato de prefeitos, vereadores e pessoas em geral na prevenção, proteção e recuperação das águas doces superficiais e seu meio ambiente natural, inclusive da faixa ciliar de proteção permanente do entorno delas, para que mantenham ou recuperem o volume e a qualidade. Fortalecer a consciência ecológica individual de todos, buscando formar uma opinião pública contra a degradação e a poluição das águas doces superficiais. Encorajar práticas éticas e políticas públicas que melhorem a vida e a qualidade de vida das pessoas que habitam ou ocupam as margens dos cursos d’água, tomando em conta a necessidade de também melhorar a saúde dos corpos hídricos, buscando um desenvolvimento sustentável. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A viagem, de ida e volta da foz até as cachoeiras do Maranhãozinho, em São Luiz do Tapajós, teve a duração de quatro dias, sendo navegadas cerca de 550 milhas náuticas (mais de 1000km). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Redigi uma reportagem sobra a viagem, publicada no Jornal das Águas &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;[3]&lt;/span&gt;, disponível nas bibliotecas das instituições de ensino de Santarém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoiaram a realização da Expedição a Prefeitura Municipal de Santarém, a Capitania dos Portos, a Delegacia Fluvial de Santarém, o Jornal das Águas, o B/M Nheengatu, de Nelson Soares Wisnik e o Residencial Negócios Imobiliários Ltda. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na foto, tirada em primeiro de novembro de 2005, a equipe da Expedição: da esquerda para a direita, o arrais Edson Azevedo de Jesus, o professor e comandante Nelson Wisnik, o B/M Nheengatu, as acadêmicas de biologia da UFPA Karla Katrine do Amaral Serique e Paula Regina da Silva Filha, os sargentos Romildo e Márcio da Delegacia Fluvia de Santarém, o acadêmico de biologia da FIT e servidor da FUNASA Joaquim Martins da Silva e, importantíssima, a cozinheira Maria Elenilza Figueiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Por trás da câmera fotográfica Carlos de Matos Bandeira e seu filho, o cinegrafista Carlos de Matos Bandeira Júnior. A foto foi tirada na praia de Muretá, imediatamente a montante de Alter do Chão onde, após os quatro dias de viagem, a equipe parou para um relaxante banho de rio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[1] Jornal Gazeta de Santarém nº 816, de 20 a 21 out 2005, p.2.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[2] TRISCIUZZI NETO, Leonardo. Rios da Amazônia: coletânea de dados; pequeno roteiro, 3a edição. Niterói: DHN, 2001, p.120. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;[3] Jornal das Águas, Ano VI, Número 22, Dez/05 a Fev/06, ISSN 1809-3329. - Veículo de Informação da Coordenação de Extensão do Centro Universitário Luterano de Santarém, especializado em recursos hídricos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foto: Carlos Bandeira, © FIES, 2005. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5596253471313444641?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5596253471313444641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5596253471313444641&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5596253471313444641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5596253471313444641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/11/ha-quatro-anos.html' title='há quatro anos'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Su2IJxTt0sI/AAAAAAAAAyE/nbz98xlc1nU/s72-c/DSC_8799.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-409355173717713397</id><published>2009-10-18T11:42:00.007-03:00</published><updated>2009-10-18T11:59:51.238-03:00</updated><title type='text'>analfabetismo</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Marina Silva analfabetismo Brasil&lt;/span&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393952240407664770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Stsq-_jr2II/AAAAAAAAAu4/urt3b1HUTL4/s320/800pxMarina_Silva_2007.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Analfabeto é também quem não consegue fazer uma leitura em relação aos tempos que está vivendo, quem não consegue ler os valores que se quer reforçar ou outros que a gente precisa mudar. Enfim, alfabetização é um processo contínuo, é dar outra significação à vida."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Marina Silva&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Foto: marinasilvapresidente.org&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-409355173717713397?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/409355173717713397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=409355173717713397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/409355173717713397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/409355173717713397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/10/analfabetismo.html' title='analfabetismo'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Stsq-_jr2II/AAAAAAAAAu4/urt3b1HUTL4/s72-c/800pxMarina_Silva_2007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1996832408311994794</id><published>2009-10-17T19:23:00.009-03:00</published><updated>2011-02-11T12:52:38.019-03:00</updated><title type='text'>que retornem a Santarém</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;cerâmica tapajônia museu devolução&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; centro cultural devolução cultura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393703106671109394" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 240px; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/StpIZgENZRI/AAAAAAAAAuw/RnYwGUC7P6s/s320/CC+Jo%C3%A3o+Fona+-+F1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nesta sexta-feira, dia 16, foi sancionada pela Governadora Ana Júlia Carepa a Lei 7.313/2009 que declara a Cerâmica Tapajônica como Patrimônio Cultural e Artístico do Estado do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho um movimento amplo, englobando a Secretaria Municipal de Cultura de Santarém, a Associação Empresarial e Comercial, a UFPA, a UEPA, a FIT, o IESPES, a ULBRA, a UFRA, a mídia em todas suas formas, os artistas, os educadores, os estudantes, o Deputado Carlos Martins, a Assembléia Legislativa do Estado do Pará, os deputados federais e os senadores do Estado do Pará, e o próprio Governo do Estado do Pará, pela devolução a Santarém das peças de cerâmica tapajônica que se encontram no MAE - Museu de Antropologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, para ficarem, em exposição permanente, no Centro Cultural João Fona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Leia mais um pouco sobre a cerâmica tapajônica em postagem de 19 de abril pp e sobre o Centro Cultural João Fona em postagem de 29 de junho de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: © N. Wisnik, 2008&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;..........&lt;/span&gt;Centro Cultural João Fona&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1996832408311994794?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1996832408311994794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1996832408311994794&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1996832408311994794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1996832408311994794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/10/que-retornem-santarem.html' title='que retornem a Santarém'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/StpIZgENZRI/AAAAAAAAAuw/RnYwGUC7P6s/s72-c/CC+Jo%C3%A3o+Fona+-+F1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3836137721026165198</id><published>2009-10-15T13:02:00.009-03:00</published><updated>2009-10-15T14:08:00.001-03:00</updated><title type='text'>a ilusão do carro elétrico - Blog Action Day</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogactionday.org/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.blogactionday.org/"&gt;&lt;img src="http://www.blogactionday.org/imgs/badges/bad-300-250.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há uma confusão sobre o real papel do carro elétrico e a mídia não tem contribuído para seu esclarecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eletricidade é apenas um “vetor energético” em substituição ao “vetor químico” dos combustíveis baseados em hidrocarbonetos. A energia utilizada para carregar as baterias dos carros elétricos vem da mesma matriz energética, que é apoiada fundamentalmente em fontes de energia não renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carros elétricos constituem uma opção ambiental para regiões metropolitanas apenas sob a ótica da poluição local, tanto sonora quanto atmosférica, pois a poluição que não ocorre na cidade ocorre em maior quantidade no local da produção da energia elétrica devido à inserção da conversão de energia no sistema, a conversão da energia química em elétrica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hoje é o Blog Action Day, Dia de Ação “Blogal” (blogs em ação global), para saber mais visite o site listado no menu deste blog .&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3836137721026165198?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3836137721026165198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3836137721026165198&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3836137721026165198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3836137721026165198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/10/ha-uma-confusao-sobre-o-real-papel-do.html' title='a ilusão do carro elétrico - Blog Action Day'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6986017903900801090</id><published>2009-06-14T20:19:00.019-03:00</published><updated>2009-11-06T08:15:54.064-03:00</updated><title type='text'>quem tem a ensinar?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SmNlJoQph7I/AAAAAAAAAug/LfuCN6Z2WGs/s1600-h/BebÃª+Jussara+120709.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360239197601499058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SmNlJoQph7I/AAAAAAAAAug/LfuCN6Z2WGs/s400/Beb%C3%AA+Jussara+120709.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Duas palmeiras, muito parecidas, distinguíveis apenas através de detalhada análise taxonômica, estão sujeitas a intervenções diferenciadas devido às culturas das regiões nas quais proliferam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na Mata Atlântica proliferava a &lt;em&gt;Euterpe edulis&lt;/em&gt;, conhecida como palmeira Jussara, de onde é extraído o palmito, atividade predatória que a levou à beira da extinção, que só recentemente tem seu quadro aparentemente sendo revertido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na Amazônia prolifera a &lt;em&gt;Euterpe oleracea&lt;/em&gt;, conhecida como açaí, de cujo fruto é extraído nutritivo ingrediente da culinária regional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na costa atlântica, região "civilizada e desenvolvida", não se soube fazer uso de um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;importante recurso florestal de maneira sustentável, enquanto que os povos da floresta o fizeram. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Este é apenas um exemplo dentre várias atividades que nos fazem perguntar: quem tem a ensinar? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Leia também a postagem "Floresta em Pé", de 29 de março de 2008, neste mesmo blog.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2009 - muda de palmeira Jussara, &lt;em&gt;Euterpe edulis,&lt;/em&gt; cedida para replantio pela Prefeitura Municipal de São Vicente &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6986017903900801090?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6986017903900801090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6986017903900801090&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6986017903900801090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6986017903900801090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/06/quem-tem-ensinar.html' title='quem tem a ensinar?'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SmNlJoQph7I/AAAAAAAAAug/LfuCN6Z2WGs/s72-c/Beb%C3%AA+Jussara+120709.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-9194906659095990403</id><published>2009-06-07T17:56:00.010-03:00</published><updated>2009-06-07T18:16:28.030-03:00</updated><title type='text'>criada a Resex Renascer</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;. extrativismo reserva amazônia extrativista sustentabilidade sustentável&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344694132681777410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Siwq_wucoQI/AAAAAAAAAuI/sDws_iDKqu4/s400/RESEX+Renascer+Prainha-PA.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foi criada, em 05 de junho próximo passado, mais uma Reserva Extrativista, a RESEX Renascer, no município de Prainha, Estado do Pará, ápice de um processo que já se estendia por mais de dez anos, reinvindicação antiga das populações tradicionais locais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Uma Reserva Extrativista (RESEX) está relacionada a uma área onde as questões ambientais e sociais são indissolúveis, "é uma área utilizada por populações locais, cuja subsistência baseia-se no extrativismo e, complementarmente, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte, e tem como objetivos básicos proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“As Reservas Extrativistas são espaços territoriais destinados à exploração auto-sustentável e conservação dos recursos naturais renováveis, por populações tradicionais. Em tais áreas é possível materializar o desenvolvimento sustentável, equilibrando interesses ecológicos de conservação ambiental, com interesses sociais de melhoria de vida das populações que ali habitam.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;leia mais sobre &lt;em&gt;extrativismo&lt;/em&gt; em postagens anteriores, de primeiro de maio, "extrativismo e desenvolvimento sustentável" e "a Carta de Belém"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-9194906659095990403?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/9194906659095990403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=9194906659095990403&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9194906659095990403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9194906659095990403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/06/criada-rsesx-renascer.html' title='criada a Resex Renascer'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Siwq_wucoQI/AAAAAAAAAuI/sDws_iDKqu4/s72-c/RESEX+Renascer+Prainha-PA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4241667324947459554</id><published>2009-05-31T14:09:00.014-03:00</published><updated>2009-05-31T19:31:09.813-03:00</updated><title type='text'>A Internacionalização do Mundo</title><content type='html'>por Cristovam Buarque&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342115106663652370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 350px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SiMBYsHvXBI/AAAAAAAAAuA/jFt1Vps_E8o/s400/Ilha+Grande+do+Tapar%C3%A1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fato que deu origem a este artigo ocorreu em Nova York, nas salas de convenções do Hotel Hilton, durante o encontro do State of the World Forum, em Setembro de 2000. O artigo foi publicado no Globo e no Correio Braziliense, logo depois.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Cristovam Buarque&lt;/strong&gt; é doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de "A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra).&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Imagem:&lt;strong&gt; Ilha Grande do Tapará&lt;/strong&gt;, em frente a Santarém (PA), onde o Rio Amazonas tem largura de 50km entre margens de terra firme&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;strong&gt;EMBRAPA&lt;/strong&gt; - Brasil Visto do Espaço&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4241667324947459554?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4241667324947459554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4241667324947459554&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4241667324947459554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4241667324947459554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/05/internacionalizacao-do-mundo.html' title='A Internacionalização do Mundo'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SiMBYsHvXBI/AAAAAAAAAuA/jFt1Vps_E8o/s72-c/Ilha+Grande+do+Tapar%C3%A1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-8775791389999865667</id><published>2009-05-10T00:55:00.013-03:00</published><updated>2011-02-11T12:55:54.476-03:00</updated><title type='text'>hidrelétricas na Amazônia</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;. Hidrelétricas Amazônia Balbina Tucuruí Belo Monte Jirau Santo Antônio rio Uatumã Tapajos Trombetas Xingu&lt;/span&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334328053919876466" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 300px; height: 200px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SgdXGkFLhXI/AAAAAAAAAto/XBSyeCN6a0Y/s400/reserrvat%C3%B3rio+da+UHE+Balbina.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Usinas hidrelétricas geram eletricidade a partir de dois fatores, a queda d’água e a vazão do rio. A potência de uma usina hidrelétrica está associada ao produto destes dois fatores. Aproveitamento hidrelétrico é economicamente viável desde que apresente queda d’água expressiva ou grande vazão. Não há dúvidas sobre o aproveitamente se a queda e a vazão são grandes. Usinas de baixa queda d’água necessitam de grande vazão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A Amazônia é uma extensa planície atravessada por rios de grande vazão e baixa declividade, com expressiva variação de nível entre a época da cheia e da vazante. Aproveitamento hidrelétrico na Amazônia, para ser economicamente viável, requer a formação de grandes reservatórios, com alterações ambientais de consequências imprevisíveis e altos custos sociais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os povos tradicionais, nativos e quilombolas residentes na região amazônica não são contemplados com os benefícios da energia ali gerada. Há um vazio energético na região, basta consultar os mapas disponibilizados pela ONS – Operador Nacional do Sistema. Pior que isso, a parca energia disponibilizada tem o maior custo dentre as regiões do Brasil, o que pode ser constatado através do documento “Indicadores de Competitividade na Indústria Brasileira”, emitido pelo CNI – Confederação Nacional da Indústria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Tomando-se como exemplo a usina hidrelétrica de Tucuruí, foram construídos milhares de quilômetros de linhas de transmissão de energia elétrica para conectá-la ao SIN – Sistema Integrado Nacional, mas nenhum para energizar as cidades e comunidades da margem esquerda do Rio Amazonas, a região chamada Calha Norte.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A &lt;em&gt;Compensação Financeira,&lt;/em&gt; rateada entre os Estados e Municípios afetados na área de produção da energia, corresponde a 6% do faturamento calculado pela TAR – Tarifa Atualizada de Referência, enquanto que os Estados consumidores recebem mais de 25% através do ICMS. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os povos da Amazônia são taxados de egoístas por sua restrição à construção das usinas, Estados como São Paulo e Paraná se dão ao luxo de rejeitar novos aproveitamentos hidrelétricos nestes Estados baseados nos mesmos argumentos que negam àqueles.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Há um preceito financeiro que estabelece que não se pode gastar mais do que se recebe. Isto também deve ser seguido com relação à energia. O modelo desenvolvimentista está baseado puramente no crescimento, não na estabilidade sustentável. Há um limite e, quanto mais cedo a ele nos adaptarmos, se oportunidade ainda houver, menos traumático será. &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foto: Reservatório da UHE Balbina, no Rio Uatumã, AM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; .......&lt;/span&gt; EMBRAPA, Brasil Visto do Espaço&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-8775791389999865667?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/8775791389999865667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=8775791389999865667&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8775791389999865667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8775791389999865667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/05/hidreletricas-na-amazonia.html' title='hidrelétricas na Amazônia'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SgdXGkFLhXI/AAAAAAAAAto/XBSyeCN6a0Y/s72-c/reserrvat%C3%B3rio+da+UHE+Balbina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-9009187413986767149</id><published>2009-05-07T22:41:00.015-03:00</published><updated>2009-05-09T12:48:42.360-03:00</updated><title type='text'>CARTA ABERTA ÀS AUTORIDADES E À POPULAÇÃO BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;bacia do tapajós usinas hidrelétrica são luis do tapajós carta aberta amazônia&lt;/span&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333285454371739922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 261px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SgOi3SGV2RI/AAAAAAAAAs4/bbAmx-TezfQ/s400/S%C3%A3o+Luis+do+Tapaj%C3%B3s.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Documento do II Seminário de Debates Sobre o Projeto Governamental das Hidrelétricas na Bacia do Tapajós&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Frente aos planos governamentais, nacionais e internacionais, de destruição dos povos, meio ambiente e do próprio Rio Tapajós, não vamos continuar passivos. O governo brasileiro NÃO TEM O DIREITO de violentar nossa dignidade, criando hidrelétricas sem dialogar com as populações que sofrerão os impactos negativos. O governo brasileiro NÃO PODE descumprir a Constituição Federal ou modificá-la para beneficiar as grandes empresas e as imposições do capital internacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Temos clareza de que os impactos ambientais, econômicos, sociais e culturais, na bacia do Rio Tapajós comprometem a vida humana, animal e vegetal, sem respeitar fronteiras geopolíticas, nem acordos governamentais. Assim, denunciamos a conivência passiva e ativa do governo e seus órgãos, diante dos crimes cometidos pelas empresas construtoras de barragens (Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa, etc.) e empresas eletro-intensivas (Albras, Alunorte, VALE, Pará Pigmento, Alcoa, Itacimpasa, Imerys Rio Capim Caulim, etc.) que consomem muita energia, geram pouco emprego, saqueiam nossos recursos naturais, contaminam nossos rios, terra, floresta, ar e destroem e violam os direitos das comunidades locais e comunidades indígenas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Diversas Unidades de Conservação na região do Tapajós foram criadas no âmbito do Sistema Nacional de UCs, incluindo algumas inseridas na categoria de proteção integral, dentre as quais o Parque Nacional da Amazônia, com mais de 1 milhão de hectares e sob a zona de impacto imediato do complexo de hidrelétricas proposto, com perda considerável para a biodiversidade ali existente; sem contar de outras: Flonas Itaituba I e II, Flona Amana, Flona Jamanxim, Flona do Crepori, Flona do Trairão, APA Tapajós, PARNA Jamanxim, PARNA Rio Novo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Diante do desrespeito das autoridades para com nossos povos, nós, ribeirinhos, agricultores familiares, pescadores, indígenas, sócio-ambientalistas, educadores populares, jovens, homens e mulheres atingidos e ameaçados pelo Complexo do Tapajós, e por outras obras, decidimos que: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;aceitamos e declaramos que somos contrários ao Complexo Hidrelétrico do Tapajós que, além de prejudicar nossa cultura e meio ambiente, não nos trará benefícios, beneficiando apenas o grande capital e empresas nacionais e estrangeiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;admitimos ser tratados como entraves ao crescimento econômico do Brasil, pois somos brasileiros e brasileiras e sofreremos todas as conseqüências destes projetos hidrelétricos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Declaramos&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;nossa luta incansável em defesa dos direitos dos povos ribeirinhos, agricultores familiares, pescadores, quilombolas, indígenas e populações tradicionais atingidas e ameaçadas pelo Complexo do Tapajós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nós&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, aproximadamente 415 homens e mulheres presentes no Parque de Exposições Hélio da Mota Gueiros na cidade de Itaituba, populações indígenas e não indígenas da Bacia do Rio Tapajós,&lt;em&gt; &lt;strong&gt;sabemos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; o que queremos e precisamos para desenvolver nossa região, pois isso já fazemos ao longo dos anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Queremos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ser respeitados e respeitadas pelas políticas governamentais.&lt;br /&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Queremos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; investimentos nas políticas públicas de saúde, educação, moradia, agricultura familiar, pesca, estradas e vicinais e tudo o mais que precisamos para viver com dignidade e conservar o meio ambiente e a cultura para as presentes e futuras gerações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Por fim&lt;/strong&gt;,&lt;em&gt;&lt;strong&gt; manifestamos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; nosso apoio e solidariedade aos companheiros e companheiras criminalizados (MAB, MST, FETAGRI, STTR, CPT) vítimas das conseqüências da barragem de Tucuruí, após 30 anos de sua construção.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;QUEREMOS OS RIOS VIVOS PARA AS PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES!&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O POVO QUER SER RESPEITADO!&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Itaituba, 30 de abril de 2009&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;COMUNIDADE DE SÃO LUIZ DO TAPAJÓS&lt;br /&gt;COMUNIDADE DO PIMENTAL&lt;br /&gt;FÓRUM DOS MOVIMENTOS SOCIAIS DA BR 163&lt;br /&gt;FRENTE EM DEFESA DA AMAZÔNIA - FDA&lt;br /&gt;COMUNIDADE DE BARREIRAS&lt;br /&gt;COMUNIDADE DE CAMPO VERDE (KM 30 DA TRANSAMAZÔNICA)&lt;br /&gt;COMUNIDADE INDÍGENA ALDEIA NOVA&lt;br /&gt;COMUNIDADE INDÍGENA PRAIA DO MANGUE&lt;br /&gt;COMUNIDADE INDÍGENA PRAIA DO ÍNDIO&lt;br /&gt;COMUNIDADE DO CURI&lt;br /&gt;COMUNIDADE DE BARREIRAS&lt;br /&gt;COMUNIDADE DE FORDLÂNDIA&lt;br /&gt;COMUNIDADE DO JURUTI&lt;br /&gt;MOVIMENTO XINGU VIVO PARA SEMPRE&lt;br /&gt;ARTICULAÇÃO PANAMAZÔNICA – APAN/FSM&lt;br /&gt;INTERNATIONAL RIVERS&lt;br /&gt;RÁDIO RURAL DE SANTARÉM&lt;br /&gt;IAMAS - INSTITUTO AMAZÔNIA SOLIDÁRIA E SUSTENTÁVEL&lt;br /&gt;FASE Amazônia (Federação de Órgãos para assistência social e educacional)&lt;br /&gt;FUNDO DEMA&lt;br /&gt;FAOR&lt;br /&gt;COLÔNIA DE PESCADORES DE ITAITUBA&lt;br /&gt;COLÔNIA DE PESCADORES DE JACAREACANGA&lt;br /&gt;CPT (COMISSÃO PASTORAL DA TERRA de Santarém)&lt;br /&gt;FVPP (FUNDAÇÃO VIVER PRODUZIR E PRESERVAR)&lt;br /&gt;MMCC BR 163-PARÁ&lt;br /&gt;MMCC de Altamira&lt;br /&gt;MMCC-PARÁ (MOVIMENTO DE MULHERES DO CAMPO E DA CIDADE)&lt;br /&gt;ASFITA (Associação dos Filhos de Itaituba)&lt;br /&gt;STTR- Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Itaituba&lt;br /&gt;AMIPARNA – Organização amigos do Parque Nacional da Amazônia&lt;br /&gt;Comissão Justiça e Paz de Itaituba&lt;br /&gt;Pastoral da Juventude de Itaituba&lt;br /&gt;Companhia Ecológica e Cultural Amazônia Viva&lt;br /&gt;Associação de Mulheres Domésticas de Santarém – AMDS&lt;br /&gt;COMOPEBAM – Comissão do Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Oeste Pará e Baixo Amazonas&lt;br /&gt;EETEPA – Escola Estadual Tecnológica do Pará – Itaituba&lt;br /&gt;Sindicato da Construção Civil de Itaituba&lt;br /&gt;Associação AICOTTACC do PAE Curuá II Santarém&lt;br /&gt;Pastoral Social da Diocese de Santarém&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Foto: São Luiz do Tapajós, Ago/Set 2003&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;........... &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(autor desconhecido)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-9009187413986767149?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/9009187413986767149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=9009187413986767149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9009187413986767149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9009187413986767149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/05/carta-aberta-as-autoridades-e-populacao.html' title='CARTA ABERTA ÀS AUTORIDADES E À POPULAÇÃO BRASILEIRA'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SgOi3SGV2RI/AAAAAAAAAs4/bbAmx-TezfQ/s72-c/S%C3%A3o+Luis+do+Tapaj%C3%B3s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7551935526400212178</id><published>2009-05-01T20:00:00.039-03:00</published><updated>2009-07-05T20:42:34.410-03:00</updated><title type='text'>extrativismo e desenvolvimento sustentável</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;extrativismo, vegetal, mineral, Amazônia, pecuária, pau-brasil, animal, sustentável, sustentabilidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331031874370250514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 243px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SfuhPqYfpxI/AAAAAAAAAso/JO0hO7YVnVg/s400/Caesalpinia+echinata+F+Brailiensis.png" border="0" /&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;O termo &lt;em&gt;extrativismo&lt;/em&gt; designa toda atividade de coleta de produtos naturais, seja de origem animal, vegetal ou mineral.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Também significa, segundo o Ministério do Meio Ambiente, o sistema de exploração baseado na coleta e extração, de &lt;em&gt;modo sustentável&lt;/em&gt;, de recursos naturais renováveis.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Por &lt;em&gt;modo sustentável&lt;/em&gt; se entende a exploração do ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos, mantendo a biodiversidade e os demais atributos ecológicos, de forma socialmente justa e economicamente viável.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Assim, &lt;em&gt;desenvolvimento sustentável&lt;/em&gt; é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O modelo de civilização e desenvolvimento no qual vivemos atualmente está longe de ser sustentável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Brasil começou como colônia extrativista de madeira, o pau-brasil (&lt;em&gt;Caesalpinia echinata&lt;/em&gt;), atividade que persiste até hoje, sobretudo na Amazônia, de maneira ilegal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na Amazônia a pecuária é uma atividade essencialmente extrativista e não-sustentável, além de ser responsável por grande parte do desmatamento da floresta uma vez que o pasto, quando não mais sustenta o gado, é abandonado e nova área desmatada. Os nutrientes antes existentes na floresta foram reduzidos pelo fogo após sua derrubada e agregados ao solo, não sendo repostos após o gado pastá-lo.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Também a pesca, para ser uma atividade sustentável, requer o respeito ao &lt;em&gt;defeso&lt;/em&gt;, época de reprodução na qual fica proibida. Visando reduzir o impacto econômico no setor, nesta época os pescadores recebem do Governo Federal o &lt;em&gt;seguro defeso&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os extrativismos animal e vegetal, quando bem feitos, podem ser sustentáveis, mas o extrativismo mineral é essencialmente não-sustentável, à exceção da água. Na Amazônia o extrativismo do manganês na Serra do Navio, no Estado do Amapá, já fechou seu ciclo, a exploração do alumínio está a meio caminho em Oriximiná e iniciando em Juruti, ambas no oeste do Estado do Pará.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quantas pessoas, empresas ou instituições, no Brasil ou no exterior, se perguntam se o produto que estão comprando foi produzido a partir de uma atividade sustentável?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"A ignorância, embora apanágio de muitos, é privilégio de poucos", não se permita ignorar.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para saber mais sobre EXTRATIVISMO acesse o link em VISITE na barra de menu deste blog.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prancha: Pau-Brasil (Caesalpinia echinata), acessível em &lt;em&gt;Flora Brasiliensis&lt;/em&gt; na barra de menu.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7551935526400212178?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7551935526400212178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7551935526400212178&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7551935526400212178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7551935526400212178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/05/extrativismo.html' title='extrativismo e desenvolvimento sustentável'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SfuhPqYfpxI/AAAAAAAAAso/JO0hO7YVnVg/s72-c/Caesalpinia+echinata+F+Brailiensis.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6923581074933514153</id><published>2009-05-01T17:59:00.019-03:00</published><updated>2009-11-06T08:21:43.968-03:00</updated><title type='text'>a Carta de Belém</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;extrativismo IPAM IDEFLOR SAGRI Carta de Belém Presidente Lula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331032593184577698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Sfuh5gLL2KI/AAAAAAAAAsw/R5ASVDoqKFI/s400/081408155208-00.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[IPAM]- Nos dias 6 e 7 de abril ocorreu em Belém (PA) um seminário, organizado pelo IPAM, em parceria com o IDEFLOR e a SAGRI, para debater o “Apoio ao Manejo Comunitário e Agregação de Valor aos Produtos Extrativistas”, que aprovou a carta abaixo enviada ao Presidente da República, Ministros de Estado e dirigentes do Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Belém do Pará, 08 de abril de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Excelentíssimo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil,&lt;br /&gt;Luis Inácio Lula da Silva&lt;br /&gt;NESTA&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As instituições de governo e organizações da sociedade civil abaixo assinadas, reunidas no seminário “Apoio ao Manejo Comunitário e Agregação de Valor aos Produtos Extrativistas”, em Belém do Pará, vem respeitosamente solicitar Vossa atenção à Política Nacional de Manejo Florestal Comunitário e Familiar, cuja minuta final de Decreto, depois de discutida e aprovada pelas comissões Nacional de Florestas (CONAFLOR) e de Gestão de Florestas Públicas (CGFLOP) e após consulta pública, se encontra desde novembro de 2008 na Casa Civil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tal regulamentação tem como fim instituir diretrizes parasubsidiar o estabelecimento de ações integradas de governo e sociedade civil, fundamentais não somente para propiciar a inclusão dos povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares na atividade de manejo florestal sustentável, como também para garantir uma maior efetividade no uso sustentável das florestas, haja vista que mais de sessenta por cento das florestas públicas inseridas no Cadastro Nacional de Florestas Públicas são ocupadas por este segmento e, dessa forma, podendo contribuir para a queda na taxa do desmatamento e no desenvolvimento das áreas afetadas por esta Política.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em imediato atendimento à demanda apresentada pela sociedade civil, foi colocado em pauta o tema durante a 15º Reunião da Comissão Nacional de Florestas, ocorrida em 29 de agosto de 2007, que deliberou pela criação de um Grupo de Trabalho, composto por representantes da sociedade civil, do governo federal e estaduais e de todos os biomas brasileiros, com o objetivo de discutir e subsidiar a Política Nacional de Manejo Florestal Comunitário e Familiar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos desse GT resultaram no projeto de Decreto, cujo conteúdo atende plenamente à demanda apresentada, inclusive no que se refere à garantia de recursos para sua implementação, articulados entre as ações de governo vigentes no PPA e nos recursos do Fundo Amazônia, pormeio do Plano Anual de Manejo Florestal Comunitário e Familiar, cujo primeiro esperamos aprovar até julho deste ano.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, contamos com a habitual atenção de VossaExcelência para que este instrumento, fundamental ao atendimento dos anseios deste importante segmento social, possa ser firmado com a maior brevidade possível.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Associação de Agricultores da Comunidade de Cocalino&lt;br /&gt;Associação de Amigos do Parque Nacional da Amazônia&lt;br /&gt;Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes - APACC&lt;br /&gt;Beraca&lt;br /&gt;Casa Familiar Rural de Santarém - CFR&lt;br /&gt;Center for International Forestry Research - CIFOR&lt;br /&gt;CODETER – Colegiado de Desenvolvimento Territorial do BaixoAmazonas&lt;br /&gt;Cooperativa Mista Arte Extrativista – COOPERMARTIA&lt;br /&gt;DENDROLOG&lt;br /&gt;Escola Agrotécnica Federal de Castanhal - EAFC&lt;br /&gt;EMATER - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará&lt;br /&gt;Fórum dos Movimentos Sociais da BR-163&lt;br /&gt;Fundação Moore&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fundação Viver Produzir e Preservar - FVPP&lt;br /&gt;Iniciativa Amazônica - IA&lt;br /&gt;Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará - IDEFLOR&lt;br /&gt;Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária/Superintendência de Santarém&lt;br /&gt;Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM&lt;br /&gt;ITERPA - Instituto de Terras do Pará&lt;br /&gt;Escola Agrotécnica Juscelino Kubitschek&lt;br /&gt;Oficina Escola Lutheria da Amazônia - OELA&lt;br /&gt;Programa Pará Rural&lt;br /&gt;Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA&lt;br /&gt;Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE&lt;br /&gt;Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém&lt;br /&gt;Universidade Federal do Acre - UFAC&lt;br /&gt;Universidade Federal do Pará - UFPA&lt;br /&gt;University of Florida&lt;br /&gt;WWF - Brasil&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;..........&lt;/span&gt; Abrigo de Jamaraquá, FLONA Tapajós&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6923581074933514153?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6923581074933514153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6923581074933514153&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6923581074933514153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6923581074933514153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/05/carta-de-belem.html' title='a Carta de Belém'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Sfuh5gLL2KI/AAAAAAAAAsw/R5ASVDoqKFI/s72-c/081408155208-00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6844858428765197380</id><published>2009-04-19T19:36:00.017-03:00</published><updated>2009-11-06T08:22:08.796-03:00</updated><title type='text'>povos nativos do Brasil</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326854219078672354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SezJsHp5n-I/AAAAAAAAAr4/t4ZXorV35DI/s400/Cari%C3%A1tide+em+STM.jpg" border="0" /&gt;Rendo minhas homenagens aos povos nativos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em mais de seis anos morando no barco Nheengatu em rios da Amazônia tive oportunidade de estar com alguns deles, viajar com eles, visitá-los em suas comunidades, conhecê-los um pouco, mais que isso, compreendê-los e respeitá-los.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Embora alguns tenham sido meus alunos em cursos universitários formais, muito com eles aprendi, sobretudo sobre sustentabilidade ambiental e estrutura social comunitária e justa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Homenageio a todos apresentando um exemplar da cerâmica Tapajônica, a mais antiga das Américas, datada de 8.000 anos atrás.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A foto apresenta um vaso cerimonial aberto sustentado por figuras antropomórficas, que acabou por ser conhecido como vaso de cariátides, nome que não endosso. Cariátides são as figuras em formas humanas femininas que sustentam algumas construções da antiga Grécia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Este vaso se encontra no Centro Cultural João Fona, em Santarém, uma das poucas peças restantes na região, pois a quase totalidade delas foi levada para fora do país. No Brasil algumas peças podem ser vistas no MAE - Museu de Atropologia e Etnologia da Universidade de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;A cerâmica Tapajônica, da região dos entrerios Tapajós-Madeira e Tapajós-Xingu, centrada em Santarém e atingindo também a bacia hidrográfica do rio Trombetas, é muito elaborada, complexa, com utensílios domésticos, cerimoniais, ornamentais, espirituais e funerários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;A cerâmica Tapajônia é cerca de 3.000 anos mais antiga que a cerâmica Marajoara, embora esta seja mais conhecida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Assista ao video que apresenta os povos nativos do Brasil, na barra lateral deste blog. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6844858428765197380?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6844858428765197380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6844858428765197380&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6844858428765197380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6844858428765197380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/04/nativos-do-brasil.html' title='povos nativos do Brasil'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SezJsHp5n-I/AAAAAAAAAr4/t4ZXorV35DI/s72-c/Cari%C3%A1tide+em+STM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4220302402354215769</id><published>2009-04-04T22:47:00.008-03:00</published><updated>2009-09-20T12:04:06.266-03:00</updated><title type='text'>World Press Photo 2009</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SdgN9o9KimI/AAAAAAAAAqk/jnUGVVfaf8A/s1600-h/Foto+de+Luiz+Vasconcelos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321018312355383906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SdgN9o9KimI/AAAAAAAAAqk/jnUGVVfaf8A/s400/Foto+de+Luiz+Vasconcelos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;Esta imagem, de Luiz Vasconcelos, vencedora do prêmio World Press Photo 2009 na categoria Notícias Gerais, resume séculos de histórias ainda não acabadas. Os espanhóis e os portugueses já estiveram por trás dos escudos, hoje somos nós mesmos, os brasileiros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;A relação dos vencedores em cada categoria, bem como suas fotos, pode ser acessada na página da organização, ativando o endereço no menu VISITE deste blog.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;Luiz Vasconcelos é fotógrafo do jornal A Crítica, de Manaus (&lt;a href="http://www.acritica.com.br/"&gt;http://www.acritica.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Foto: Luiz Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4220302402354215769?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4220302402354215769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4220302402354215769&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4220302402354215769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4220302402354215769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/04/world-press-photo-2009.html' title='World Press Photo 2009'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SdgN9o9KimI/AAAAAAAAAqk/jnUGVVfaf8A/s72-c/Foto+de+Luiz+Vasconcelos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-122857523401365287</id><published>2009-03-08T01:25:00.015-03:00</published><updated>2009-11-06T08:22:56.187-03:00</updated><title type='text'>Parahybvna Svper Flvmina</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310669422278141954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SbNJs9Jq6AI/AAAAAAAAAok/zXlKJ_DwjzQ/s400/vista+do+alto.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;Paraibuna é um pequeno e aprazível município do vale do rio Paraiba do Sul, Estado de São Paulo., onde me hospedei durante o mês de janeiro de 2009. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;Para conhecer um pouco de sua história, geografia, e outros aspectos socio culturais, visite o blog que criei, ativando o endereço em "Visite" na barra de menu ao lado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-122857523401365287?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/122857523401365287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=122857523401365287&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/122857523401365287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/122857523401365287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/03/parahybvna-svper-flvmina.html' title='Parahybvna Svper Flvmina'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SbNJs9Jq6AI/AAAAAAAAAok/zXlKJ_DwjzQ/s72-c/vista+do+alto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5567443775858094027</id><published>2009-02-25T18:32:00.004-03:00</published><updated>2009-03-29T01:20:30.348-03:00</updated><title type='text'>Radiação Ultra Violeta em Santarém</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;amazonia rio tapajós rio amazonas amazon by boat barco radiação ultravioleta &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaW5R2iKoYI/AAAAAAAAAk8/rG8gpXocy4w/s1600-h/Figura5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306851452273729922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaW5R2iKoYI/AAAAAAAAAk8/rG8gpXocy4w/s400/Figura5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; clique na figura para ampliar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A partir da medição de radiação Ultra-Violeta apresentada na postagem anterior foi calculada sua Fluência, a energia incidente totalizada por metro quadrado (kJ/m²), cuja evolução diurna está representada no gráfico abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observa-se que ao final do dia a dose de energia Ultra-Violeta a que se fica exposto em Santarém, na condição de incidência solar mais atenuada pela sua inclinação em relação ao horizonte, chega a 2.000kJ/m², valor expressivo que recomenda cuidados, tais como o uso de filtro solar, óculos com garantida proteção UV, chapéu, camisa. As principais e mais visíveis consequências da exposição à radiação Ultra-Violeta são o câncer de pele, a catarata e o pterígio, estas últimas são afecções oftálmicas importantes e comumente constatadas na região. Vale ressaltar que a radiação Ultra-Violeta é difusa e dela não se obtém proteção por estar à sombra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5567443775858094027?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5567443775858094027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5567443775858094027&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5567443775858094027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5567443775858094027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/02/radiacao-ultra-violeta-em-santarem.html' title='Radiação Ultra Violeta em Santarém'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaW5R2iKoYI/AAAAAAAAAk8/rG8gpXocy4w/s72-c/Figura5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5495501374121652673</id><published>2009-02-24T23:47:00.019-03:00</published><updated>2009-03-29T01:21:52.406-03:00</updated><title type='text'>Radiação solar em Santarém</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;radiação solar Santarém amazonia amazon Tapajós rio radiation&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaW6GeT4R8I/AAAAAAAAAlE/NM1MYo5OM0s/s1600-h/Figura4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306852356304422850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaW6GeT4R8I/AAAAAAAAAlE/NM1MYo5OM0s/s400/Figura4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;clique na figura para ampliar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 23 de junho de 2008, época do solstício de inverno para o hemisfério sul, ocasião em que o Sol faz seu percurso aparente mais inclinado no céu, atingindo uma elevação angular máxima de 64° em relação ao horizonte na direção norte, resultando na menor intensidade da radiação, efetuamos medição desta sobre Santarém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A medição foi realizada a bordo do barco Nheengatu fundeado no rio Tapajós em frente à cidade e o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;resultado da medição pode ser observado no gráfico ilustrado na figura acima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No gráfico o eixo horizontal identifica a cronologia das observações, quantificadas em horas em relação ao trânsito solar, momento no qual o Sol cruza o meridiano local e se encontra na sua altura máxima em relação ao horizonte. É neste momento que a intensidade de radiação solar se faz sentir mais intensa ao longo do dia. Nesta data a ocorrência se deu às 11:42h, hora local. O eixo vertical quantifica a intensidade da radiação solar ao longo do dia em Watt por metro quadrado (potência energética por unidade de área). Na área do gráfico os quadrados representam o momento e a intensidade de radiação observados, a linha cheia é uma representação matemática da variação da intensidade da radiação neste dia. O valor máximo foi de 840W/m².&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No mesmo gráfico está ilustrada uma linha tracejada representando a intensidade da radiação Ultra-Violeta contida na radiação solar (medida através da interposição de filtro específico).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5495501374121652673?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5495501374121652673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5495501374121652673&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5495501374121652673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5495501374121652673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2009/02/radiacao-solar-sobre-santarem.html' title='Radiação solar em Santarém'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaW6GeT4R8I/AAAAAAAAAlE/NM1MYo5OM0s/s72-c/Figura4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5916558282705590677</id><published>2008-12-27T20:07:00.019-03:00</published><updated>2009-11-06T08:23:48.045-03:00</updated><title type='text'>Canal do Sururú</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;rio Tapajós rio Amazonas enseada das araras furo do Jari Santarém prisma de náufrago&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVa1fdvTBaI/AAAAAAAAAeU/_k7dRGqXD7Y/s1600-h/Setor+de+visibilidade+prisma+nÃ¡ufrago.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284610764929435042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVa1fdvTBaI/AAAAAAAAAeU/_k7dRGqXD7Y/s400/Setor+de+visibilidade+prisma+n%C3%A1ufrago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clique na imagem para ampliar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A região amazônica, que abrange 60% do território brasileiro, tem uma população de aproximadamente 20 milhões de habitantes, 50% dos quais residindo em áreas rurais, ao longo dos cursos dos rios, paranás, furos, canais e lagos. Seu principal meio de locomoção, muitas vezes único, é através de embarcações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disponibilidade de documentação de navegação, cartas fluviais ou croquis, é muito pequena, restringindo-se aos rios e paranás com expressivo fluxo comercial, ligando os principais centros urbanos, basicamente as capitais dos estados, ou localidades de produção mineral (petróleo, bauxita, calcário) e hidrelétrica. Sinalizações náuticas para navegação e segurança estão instaladas apenas nos rios cartografados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos locais, pelo seu alto fluxo de embarcações de transporte de passageiros e/ou de carga, necessitam de sinalização de segurança ou de orientação, através de bóias ou balizas, em perigos isolados ou canais de acesso, ainda que não cartografados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientes que o maior problema é o do custo de implantação e manutenção da sinalização, propusemos um acessório de baixo custo para sinal náutico, adequado para utilização por embarcações que não têm radar, e sim farol de luz, situação típica das embarcações da Amazônia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Foi construído um “Refletor de Luz” composto de dois triedros refletivos com 50cm nas arestas ortogonais, fixados entre si, posicionados de maneira a cobrirem, ambos, o mesmo setor, de 90°, dobrando assim a potência refletida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284613262917106066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVa3w3d9-ZI/AAAAAAAAAec/7qQKFwds1zg/s400/refletor+de+luz.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O “Refletor de Luz” foi instalado a 7m de altura em uma árvore na entrada Sul do Canal do Sururú, no Rio Tapajós, localizada nas coordenadas geográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lat S 02° 15’ 58,5”&lt;br /&gt;Long W 54° 49’ 59,2” &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284624880870886882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVbCVHuADeI/AAAAAAAAAes/DAlK-Vk9ImQ/s400/refletor+na+entrada+do+Surur%C3%BA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O canal do Sururú é demandado por embarcações de pequeno e médio porte, no período da cheia, que saem de Santarém para localidades a montante do Rio Amazonas. O canal dá acesso ao Furo do Jari, o qual tem saída para o Rio Amazonas a montante de Carariacá, saída esta localizada nas coordenadas geográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lat S 02° 10’ 38,8”&lt;br /&gt;Long W 54° 52’ 53,4”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrada Sul do Canal do Sururú está localizada na Enseada das Araras, de difícil visualização mesmo a pequena distância. Durante o dia é utilizada como referência, precariamente, a torre de telefonia da comunidade de Arapixuna, localizada nas coordenadas geográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lat S 02° 13' 35,2''&lt;br /&gt;Long W 54° 50' 59,2''&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta torre não possui iluminação, impossibilitando sua visualização noturna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenadas geográficas no Datum “Córrego Alegre – Minas Gerais”, obtidas nas cartas fluviais 4381A “Rio Tapajós – de Santarém a Surucuá” e 4103B “Rio Amazonas – da Costa do Ituqui à Ilha do Meio”, elaboradas pela DHN - Diretoria de Hidrografia e Navegação, Marinha do Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;O “Refletor de Luz” apresentou boa visualização noturna à distância de 2,5 milhas náuticas, quando utilizado um farol de 100W a 5m de altura sobre a superfície da água, e comando a 4m de altura, em noite sem luar. A distâncias inferiores a 0,55 milha náutica o “Refletor de Luz” pode ser visualizado com uso de lanterna de mão. De maneira geral os faróis variam de 50W a 600W de potência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O refletor e sua instalação foram custeados por 27 das embarcações que demandam o Canal do Sururú regular ou esporadicamente, listadas abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B/M Nheengatu,&lt;br /&gt;B/M Nova Estrela IV,&lt;br /&gt;B/M Fazenda São Manoel I,&lt;br /&gt;B/M Pioneiro,&lt;br /&gt;B/M Miranda Souza,&lt;br /&gt;B/M Souza Pereira,&lt;br /&gt;B/M Tamandaré,&lt;br /&gt;B/M Primavera,&lt;br /&gt;B/M Duarte,&lt;br /&gt;B/M Ideal,&lt;br /&gt;B/M 5 de Agosto,&lt;br /&gt;B/M Viana Neto,&lt;br /&gt;B/M Tangará,&lt;br /&gt;B/M Ralisson,&lt;br /&gt;B/M Amazonas,&lt;br /&gt;B/M Zé Carlos,&lt;br /&gt;B/M Apocalipse,&lt;br /&gt;B/M Dona Zizi,&lt;br /&gt;B/M Asa Branca,&lt;br /&gt;B/M Antônio Juraci,&lt;br /&gt;B/M Canindé,&lt;br /&gt;B/M Jorge Olinto,&lt;br /&gt;B/M Barão do Uruará,&lt;br /&gt;B/M São Bartolomeu I,&lt;br /&gt;B/M Capitão Porto,&lt;br /&gt;B/M Antônio Ailson,&lt;br /&gt;B/M Bonança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O “Refletor de Luz” pode ser instalado em balizas ou bóias, à semelhança do “Refletor Radar”, isoladamente ou em grupo dependendo do setor a ser abrangido e seu tamanho determinado dependendo da distância a partir da qual se necessita visualizá-lo. Ao “Refletor de Luz” podem ser incorporados filtros de cor para adequá-lo ao sinal náutico. É um equipamento passivo, não sendo necessário fornecimento de energia elétrica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fotos:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embrapa - O Brasil Visto do Espaço, Foz do Rio Tapajós&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;© Nelson Wisnik, 2006 - refletor de luz e Canal do Sururú&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5916558282705590677?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5916558282705590677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5916558282705590677&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5916558282705590677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5916558282705590677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/12/canal-do-surur.html' title='Canal do Sururú'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVa1fdvTBaI/AAAAAAAAAeU/_k7dRGqXD7Y/s72-c/Setor+de+visibilidade+prisma+n%C3%A1ufrago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4981434031807162166</id><published>2008-09-24T21:24:00.008-03:00</published><updated>2009-11-06T08:24:22.405-03:00</updated><title type='text'>Santarém/PA terça-feira 23 de setembro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SNraqgyIEoI/AAAAAAAAAVc/jxxYLVPYqy8/s1600-h/092308122733-00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249748739543274114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SNraqgyIEoI/AAAAAAAAAVc/jxxYLVPYqy8/s400/092308122733-00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;prenúncio da estação de tempestades, a qual deve se iniciar somente em novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4981434031807162166?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4981434031807162166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4981434031807162166&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4981434031807162166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4981434031807162166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/09/inico-da-tarde-da-tera-deira-dia.html' title='Santarém/PA terça-feira 23 de setembro'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SNraqgyIEoI/AAAAAAAAAVc/jxxYLVPYqy8/s72-c/092308122733-00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-26341332951866944</id><published>2008-09-08T13:47:00.006-03:00</published><updated>2009-03-29T01:29:12.338-03:00</updated><title type='text'>Conforto Térmico</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;conforto térmico temperatura umidade Santarém&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SMXV6-hg0uI/AAAAAAAAAVM/qL3wwklvDfw/s1600-h/diagrama.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243832550335501026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SMXV6-hg0uI/AAAAAAAAAVM/qL3wwklvDfw/s400/diagrama.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SMVX7trS_qI/AAAAAAAAAU8/ceZHrTEnPCs/s1600-h/conforto.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Muitas pessoas têm reclamado do &lt;em&gt;calor &lt;/em&gt;reinante em Santarém neste verão. Isto reflete uma situação de desconforto em função das condições meteorológicas, associado principalmente à temperatura. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;O conceito de &lt;em&gt;conforto no ambiente&lt;/em&gt; é amplo e envolve os aspectos acústico, olfativo, tátil, visual, antropométrico e térmico. É um conceito subjetivo, pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos fatores influenciam na sensação de conforto ou desconforto térmico, estando relacionado à atividade que se realiza no momento, ao tipo de roupa em uso, à temperatura e à umidade do ambiente, e à presença ou não de vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito difícil especificar condições ambientais que proporcionem &lt;em&gt;conforto térmico&lt;/em&gt; a todos, mas há condições que o fazem à maioria das pessoas. Estas condições, de maneira simplificada, estão representadas no &lt;em&gt;Diagrama do Conforto Humano&lt;/em&gt; aqui ilustrado, preparado pela WMO (World Meteorological Organization) e veiculado pelo INMET (Instituto Nacional de Meteorologia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagrama apresenta, no eixo horizontal, escala de umidade relativa e, no eixo vertical, escala de temperatura. Subentendem-se como situações de possível conforto térmico aquelas compreendidas entre umidades relativas de 30% a 80% concomitantes com temperaturas entre 8ºC e 33ºC (área branca). Abaixo de 8ºC a sensação é de muito frio (área azul) enquanto que acima de 33ºC a sensação é de muito calor (área vermelha), paralelamente, abaixo de 30% de umidade a sensação é de muita secura (área amarela), enquanto que acima de 80% a sensação é de muita umidade (área verde).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da área de possível conforto térmico há duas faixas de temperatura que requerem condições extras para conforto (a depender da umidade relativa), quais sejam, abaixo de 20ºC, situação na qual se necessita de insolação, e acima de 26ºC, quando se necessita de ventilação para se ter sensação de conforto térmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o diagrama foram sobrepostas, em &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;vermelho&lt;/span&gt;, as condições observadas diuturnamente em Santarém, sobre o Rio Tapajós, nesta primeira semana de setembro, condições nas quais se pode ter conforto térmico &lt;em&gt;desde que com ventilação.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-26341332951866944?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/26341332951866944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=26341332951866944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/26341332951866944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/26341332951866944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/09/conforto-trmico.html' title='Conforto Térmico'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SMXV6-hg0uI/AAAAAAAAAVM/qL3wwklvDfw/s72-c/diagrama.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-9019004715554863768</id><published>2008-07-22T18:42:00.008-03:00</published><updated>2009-11-06T08:25:11.713-03:00</updated><title type='text'>momento mágico no rio Maró</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SIZUnzEKV3I/AAAAAAAAAU0/WPQZALSahIw/s1600-h/Foto+Celivaldo+Carneiro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225957460309333874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SIZUnzEKV3I/AAAAAAAAAU0/WPQZALSahIw/s400/Foto+Celivaldo+Carneiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a magia da Amazônia pode ser sentida, vivenciada, mas, captá-la e registrá-la como Celivaldo Carneiro o fez nesta foto, é para poucos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foto: © Celivaldo Carneiro, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-9019004715554863768?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/9019004715554863768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=9019004715554863768&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9019004715554863768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9019004715554863768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/07/momento-mgico-no-rio-mar.html' title='momento mágico no rio Maró'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SIZUnzEKV3I/AAAAAAAAAU0/WPQZALSahIw/s72-c/Foto+Celivaldo+Carneiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7096014692262705218</id><published>2008-07-03T12:21:00.023-03:00</published><updated>2009-07-05T20:35:41.434-03:00</updated><title type='text'>chuvas voltaram ao normal em junho</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVbnivDimPI/AAAAAAAAAfU/Iqr_wtR5Tzs/s1600-h/Desvios+de+PrecipitaÃ§Ã£o+STM+atÃ©+jun+2008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284665796698740978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVbnivDimPI/AAAAAAAAAfU/Iqr_wtR5Tzs/s400/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+STM+at%C3%A9+jun+2008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A precipitação observada em junho em Santarém, após três meses acima da média, volta à &lt;em&gt;normal&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. No início do ano foram observadas oscilações acima e abaixo da normal e a partir de março a quantidade de chuva esteve acima da média histórica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O gráfico mostra, através da faixa de cor &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;azul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, a normal climatológica de precipitação (chuva) em Santarém, enquanto a linha de cor&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;laranja&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; indica a precipitação mensal ocorrida em Santarém ao longo dos últimos doze meses, conforme dados do INMET - Instituto Nacional de Meteorologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Leia também postagens anteriores sobre as chuvas em Santarém:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;"Precipitação em Santarém de junho/2007 a maio/2008", de 04/junho/2008;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;"Anomalias de precipitação", de 12/abril/2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;* &lt;em&gt;a normal climatológica de precipitação é definida como a média histórica da precipitação ocorrida em um período mínimo de 30 anos; o último período de cálculo, adotado prara determinação da normal, vai de 1961 a 1990.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7096014692262705218?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7096014692262705218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7096014692262705218&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7096014692262705218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7096014692262705218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/07/chuvas-acima-da-mdia.html' title='chuvas voltaram ao normal em junho'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SVbnivDimPI/AAAAAAAAAfU/Iqr_wtR5Tzs/s72-c/Desvios+de+Precipita%C3%A7%C3%A3o+STM+at%C3%A9+jun+2008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4492482000140728565</id><published>2008-06-29T13:30:00.014-03:00</published><updated>2009-11-06T08:25:33.179-03:00</updated><title type='text'>Centro Cultural João Fona</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGe5BCpXDFI/AAAAAAAAATo/0YyBQHwv1Ks/s1600-h/Museu+JoÃ£o+Fona.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217342120873364562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGe5BCpXDFI/AAAAAAAAATo/0YyBQHwv1Ks/s320/Museu+Jo%C3%A3o+Fona.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Centro Cultural João Fona, Santarém PA, inaugurado há 140 anos, já foi Intendência Municipal, presídio, Prefeitura e Fórum de Justiça&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218443017427055746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 323px; CURSOR: hand; HEIGHT: 243px; TEXT-ALIGN: center" height="234" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGuiRp5bdII/AAAAAAAAAUA/2d3qzDV8644/s400/saladojuri1.jpg" width="338" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218443467909729170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 323px; CURSOR: hand; HEIGHT: 241px; TEXT-ALIGN: center" height="252" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGuir4E3i5I/AAAAAAAAAUI/CK95CGOIwaM/s400/saladojuri2.jpg" width="328" border="0" /&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;.........................................&lt;/span&gt;Vistas internas da antiga sala do júri&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais visite a página de Turismo do portal oficial de Santarém, indicado em "visite" na barra de menus deste blog&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Fotos: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4492482000140728565?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4492482000140728565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4492482000140728565&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4492482000140728565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4492482000140728565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/centro-cultural-joo-fona.html' title='Centro Cultural João Fona'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGe5BCpXDFI/AAAAAAAAATo/0YyBQHwv1Ks/s72-c/Museu+Jo%C3%A3o+Fona.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1042073492931787936</id><published>2008-06-26T20:53:00.015-03:00</published><updated>2009-11-06T08:28:27.675-03:00</updated><title type='text'>minutos antes da tromba d'água</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;minutos antes da tromba d'água Santarém&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQsURWFSCI/AAAAAAAAATQ/pjzVsfwakKo/s1600-h/100608+095645Q+NWisnik.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216342995166906402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQsURWFSCI/AAAAAAAAATQ/pjzVsfwakKo/s320/100608+095645Q+NWisnik.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; esta foto foi tirada poucos minutos antes do aparecimento da tromba d'água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216343456554147426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQsvIJX3mI/AAAAAAAAATY/RsCufXW4hrA/s320/100608+100152Q+NWisnik.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;e a foto inserida (tomada com zoom) foi obtida logo após seu aparecimento;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a letra "Q" após a hora indica o Fuso Horário: o fuso de Brasília é "P", o antigo de Santarém era "Q", agora é "P" também;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a indicação do Fuso Horário permite traçar a cronologia do evento de maneira genérica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fotos: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1042073492931787936?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1042073492931787936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1042073492931787936&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1042073492931787936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1042073492931787936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/minutos-antes-da-tromba-dgua.html' title='minutos antes da tromba d&apos;água'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQsURWFSCI/AAAAAAAAATQ/pjzVsfwakKo/s72-c/100608+095645Q+NWisnik.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6351055996944066101</id><published>2008-06-26T20:39:00.008-03:00</published><updated>2009-11-06T08:28:57.625-03:00</updated><title type='text'>os 5min da tromba d'água</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQo-hW7vTI/AAAAAAAAATI/aKuVu7RYjP4/s1600-h/sequÃªncia+tromba+dÃ¡gua.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216339322973437234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQo-hW7vTI/AAAAAAAAATI/aKuVu7RYjP4/s320/sequ%C3%AAncia+tromba+d%C3%A1gua.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Clique na imagem para ampliar&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;sequência de imagens da tromba d'água vista da praia da Vera Paz;&lt;br /&gt;as duas linhas verticais são referências de posicionamento das fotos, de maneira a fixar a imagem compensando o posicionamento da máquina fotográfica que varia a cada imagem, mehorando a visibilidade da movimentação da tromba d'água;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;as fotos estão cronologicamente posicionadas de cima para baixo;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fotos: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6351055996944066101?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6351055996944066101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6351055996944066101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6351055996944066101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6351055996944066101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/tromba-dgua.html' title='os 5min da tromba d&apos;água'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SGQo-hW7vTI/AAAAAAAAATI/aKuVu7RYjP4/s72-c/sequ%C3%AAncia+tromba+d%C3%A1gua.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-9015873808372112425</id><published>2008-06-17T10:56:00.008-03:00</published><updated>2009-11-06T08:29:18.190-03:00</updated><title type='text'>se segura ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SFfFBZ19gxI/AAAAAAAAATA/r5tFFwPDzig/s1600-h/Imagem+033.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212851721612395282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SFfFBZ19gxI/AAAAAAAAATA/r5tFFwPDzig/s320/Imagem+033.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; tempestade ao pôr do Sol em Santarém&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-9015873808372112425?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/9015873808372112425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=9015873808372112425&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9015873808372112425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/9015873808372112425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/depois-da-tempestade.html' title='se segura ...'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SFfFBZ19gxI/AAAAAAAAATA/r5tFFwPDzig/s72-c/Imagem+033.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7143804549319983662</id><published>2008-06-17T10:47:00.006-03:00</published><updated>2009-11-06T08:29:32.939-03:00</updated><title type='text'>descendo o Paruaçú</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SFfBHC1IY8I/AAAAAAAAASw/f7U7M6NlmXs/s1600-h/Imagem+019.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212847420467602370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SFfBHC1IY8I/AAAAAAAAASw/f7U7M6NlmXs/s320/Imagem+019.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Descendo o Rio Paruaçú, conhecido como Rio Amazonas, algumas milhas a montante de Santarém&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7143804549319983662?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7143804549319983662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7143804549319983662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7143804549319983662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7143804549319983662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/descendo-o-parua.html' title='descendo o Paruaçú'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SFfBHC1IY8I/AAAAAAAAASw/f7U7M6NlmXs/s72-c/Imagem+019.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5973374831629542598</id><published>2008-06-10T15:07:00.013-03:00</published><updated>2009-11-06T08:29:47.652-03:00</updated><title type='text'>tromba d'água em Santarém</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SE7D7UErtmI/AAAAAAAAASQ/VU88wIWuNCY/s1600-h/STM100608+1004hQ+NWisnik.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210317242682291810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SE7D7UErtmI/AAAAAAAAASQ/VU88wIWuNCY/s320/STM100608+1004hQ+NWisnik.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;tromba d'água sobre a enseada da Salvação visto da praia da Vera Paz, em 10 de junho de 2008 às 10:04Q.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fenômeno não é incomum na região, mas este aconteceu bem próximo à cidade, e foi amplamente registrado em fotos e videos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicarei postagem mostrando uma sequência de fotos com uma em especial, tomada 5 (cinco) minutos antes da ocorrência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5973374831629542598?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5973374831629542598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5973374831629542598&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5973374831629542598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5973374831629542598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/tornado-santareno.html' title='tromba d&apos;água em Santarém'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SE7D7UErtmI/AAAAAAAAASQ/VU88wIWuNCY/s72-c/STM100608+1004hQ+NWisnik.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1578278841644436585</id><published>2008-06-04T18:20:00.009-03:00</published><updated>2009-07-05T20:39:50.116-03:00</updated><title type='text'>Precipitação em Santarém de junho/2007 a maio/2008</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SEcHcwhQbqI/AAAAAAAAASA/-NOTWyH7pPU/s1600-h/PrecipitaÃ§Ã£o+STM+jun+2007+mai+2008.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208139684719390370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SEcHcwhQbqI/AAAAAAAAASA/-NOTWyH7pPU/s320/Precipita%C3%A7%C3%A3o+STM+jun+2007+mai+2008.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Neste ano as chuvas têm ocorrido com grandes variações em relação à media histórica, o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; gráfico mostra, através da faixa de cor &lt;span style="COLOR: rgb(51,204,255)"&gt;&lt;strong&gt;azul&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, a normal climatológica de precipitação (chuva) em Santarém, enquanto a linha de cor &lt;span style="COLOR: rgb(255,102,0)"&gt;&lt;strong&gt;laranja&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; indica a precipitação mensal ocorrida em Santarém ao longo dos últimos doze meses, conforme dados do INMET - Instituto Nacional de Meteorologia e do INPE -Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Leia também postagem anterior sobre chuvas em Santarém:&lt;br /&gt;"Anomalias de precipitação", de 12/abril/2008&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1578278841644436585?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1578278841644436585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1578278841644436585&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1578278841644436585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1578278841644436585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/06/precipitao-em-santarm-no-perodo.html' title='Precipitação em Santarém de junho/2007 a maio/2008'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SEcHcwhQbqI/AAAAAAAAASA/-NOTWyH7pPU/s72-c/Precipita%C3%A7%C3%A3o+STM+jun+2007+mai+2008.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-8361475316724010346</id><published>2008-05-27T13:30:00.004-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:25.925-03:00</updated><title type='text'>não digam que não foram avisados ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SDyZyrf1SaI/AAAAAAAAAR4/A0Kg22XPfMo/s1600-h/tr%C3%83%C2%A2nsito+SP.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205204365282199970" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SDyZyrf1SaI/AAAAAAAAAR4/A0Kg22XPfMo/s320/tr%C3%A2nsito+SP.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Eu morava em São Paulo quando o Eng. Figueiredo Ferraz foi nomeado prefeito, cargo que exerceu de 1971 a 1973, numa curta e competente gestão interrompida ao dizer, de maneira visionária, “São Paulo precisa parar”, mas no sentido conotativo. Já enxergava os problemas que assolariam a metrópole no futuro. Parar de se agigantar, parar de contabilizar “progresso” através de qualquer aumento quantitativo sem levar em conta aspectos intangíveis da qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, São Paulo está parando, mas no sentido denotativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passa e quase nada muda, o progresso é medido em números e não em atributos. A humanidade está quase atingindo as bordas de sua “placa de Petri”, o planeta Terra, e não resta muito tempo, se algum, para reverter o quadro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse Daniel Quinn no seu best seller ISMAEL, a humanidade pulou do décimo andar e, caindo, ao passar pelo primeiro andar diz: “até aqui tudo bem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-8361475316724010346?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/8361475316724010346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=8361475316724010346&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8361475316724010346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8361475316724010346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/05/no-digam-que-no-foram-avisados.html' title='não digam que não foram avisados ...'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SDyZyrf1SaI/AAAAAAAAAR4/A0Kg22XPfMo/s72-c/tr%C3%A2nsito+SP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3224954640676137934</id><published>2008-05-11T20:54:00.020-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:26.632-03:00</updated><title type='text'>Terra Indígena "Raposa Serra do Sol"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SCeSYNuPRNI/AAAAAAAAAPU/6cKTC57xsFY/s1600-h/map_raposa_15042005.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199285239520642258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SCeSYNuPRNI/AAAAAAAAAPU/6cKTC57xsFY/s320/map_raposa_15042005.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reproduzo abaixo a "Nota de Apoio" divulgada por diversas instituições da sociedade civil organizada relacionada à retirada dos invasores da Terra Indígena "Raposa Serra do Sol", exigindo o respeito ao Estado Democrático de Direito no Estado de Roraima.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aqueles que quiserem aderir podem enviar mensagem para &lt;a href="mailto:comunicacao@coiab.com.br"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;comunicacao@coiab.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;com cópia para &lt;a href="mailto:apoiorss@gmail.com"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;apoiorss@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Nota de apoio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vista do debate que vem ocorrendo no STF e pela mídia acerca da demarcação e da desintrusão da Terra Indígena Raposa-Serra do Sol, em Roraima, os abaixo-assinados têm a declarar o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.- Desde a colônia, reconhecem-se os direitos dos índios sobre suas terras, direitos que figuram também em todas as Constituições Brasileiras desde 1934. Desde a colônia também, os interesses econômicos e a cobiça de territórios encontraram subterfúgios para eludir a aplicação dessas leis. É por causa dessa cobiça que as populações indígenas no Brasil mais numerosas se encontram para além da antiga fronteira econômica, tendo sido dizimadas nas regiões de antiga colonização. A Constituição de 1988 explicitou os direitos dos índios sobre suas terras e afirmou o caráter originário desses direitos. É inconcebível que neste novo milênio, se recorra outra vez a casuísmos para expulsar os índios das áreas que passaram a ser cobiçadas, repetindo assim práticas que deveriam nos envergonhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.- A ocupação tradicional indígena sobre a extensão integral da Terra Indígena Raposa Serra do Sol é comprovada por copiosa documentação histórica e foi determinante para a definição da fronteira brasileira com a Guiana. Mais de 18 mil índios Macuxi, Wapixana, Ingarikó, Taurepang e Patamona vivem nessa área, organizados em mais de uma centena de comunidades, que praticam suas línguas e costumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.- O processo de demarcação dessa terra se desenvolve desde o fim dos anos 1970. Foi identificada pela Funai em 1993, com a extensão atual, depois foi demarcada administrativa e fisicamente durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1998) e finalmente homologada pelo governo Lula em 2005, tendo sido rejeitadas todas as contestações apresentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.- A quase totalidade de não-índios que chegaram a ocupá-la de boa fé foi indenizada ou reassentada e a resistência à desintrusão da área se reduz a um pequeno grupo de arrozeiros, que se instalou ao sul da Terra Indígena no início dos anos 1990 e ampliou sua área de produção, mesmo sabendo tratar-se de terras de propriedade da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.- Não existe nenhuma cidade instalada na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, mas apenas uma vila, com a quase totalidade da população atual sendo indígena. A Vila Surumu foi criada por fazendeiros que já saíram da Terra Indígena e falta apenas a Funai indenizar 11 moradores não-índios. A vila de Uiramutã, sede do município de mesmo nome, criado em 1995, foi excluída da Terra Indígena em 2005. A maior parte dos habitantes da sede deste município são moradores da aldeia indígena Uiramutã. Havia três bases de garimpo chamadas Socó, Mutum e Água Fria, as quais, com a retirada dos garimpeiros em 1994, passaram a ser reocupadas por indígenas. A Funai indenizou e retirou todos os não-índios e hoje essas localidades estão totalmente integradas às aldeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.- As terras indígenas são bens de propriedade da União, indisponíveis e inalienáveis, e hoje prestam relevantes serviços ambientais ao País, ao proteger as florestas contra o avanço do desmatamento, que destrói as fontes de água, altera o regime de chuvas e elimina a biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.- A Constituição preconiza a harmonia entre o pleno reconhecimento dos direitos indígenas e a presença do Estado nas Terras Indígenas, inclusive para a promoção da defesa nacional em áreas situadas em faixa de fronteira, que diz respeito à indispensável proteção do território e da própria população indígena. Hoje há bases militares em várias terras indígenas, inclusive em Raposa Serra do Sol, e parte significativa dos soldados é indígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.- Raposa-Serra do Sol não é a única e nem a maior Terra Indígena situada em faixa de fronteira; a demarcação dessas terras contribuiu para a regularização fundiária, reduziu conflitos e não criou qualquer dificuldade para a atuação do Estado, e das Forças Armadas em particular, mesmo em regiões mais críticas, como a fronteira com a Colômbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.- Nunca surgiu em nenhuma Terra Indígena qualquer movimento que atentasse contra a integridade do território nacional, nem qualquer ação insurgente contra o Estado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.- A área de Raposa-Serra do Sol representa 7,7% do território de Roraima, sendo que uma parte com dupla destinação (área de conservação e terra indígena). O status de Terra Indígena reconhecido em 46,13% do território de Roraima tem razões históricas decorrentes da ocupação imemorial e não é discrepante da representação efetiva da população indígena no âmbito da população rural do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.- O processo de demarcação de uma Terra Indígena não cria nada, apenas reconhece e protege uma situação de fato, qual seja, a ocupação tradicional indígena de um território. Todos os povos indígenas que habitam os locais onde hoje se encontram as fronteiras brasileiras já estavam ali muito tempo antes delas serem politicamente estabelecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.- A existência de terras federais com destinações específicas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação federais) em Roraima não impede a sua governabilidade e o exercício de direitos pelos demais segmentos da sociedade local sobre o seu território. Excluídas essas terras federais, Roraima ainda conserva extensão superior à do Estado de Pernambuco, onde vive uma população dez vezes maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, os signatários esperam que o STF não tarde a se pronunciar sobre o caso, encerrando essa polêmica que prolonga conflitos desnecessários, reafirmando a plenitude dos direitos constitucionais indígenas e a sua harmonia com os interesses nacionais."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Instituições)&lt;br /&gt;ABA – Associação Brasileira de Antropologia&lt;br /&gt;ABONG – Associação Brasileira de ONGs&lt;br /&gt;Ação Educativa&lt;br /&gt;AMIT - Associação Missão Tremembé&lt;br /&gt;Apremavi – Associação de Preservação da Mata Atlântica e da Vida&lt;br /&gt;Articulação de Mulheres Brasileiras&lt;br /&gt;Associação Nossa Tribo&lt;br /&gt;Associação Terra Laranjeiras&lt;br /&gt;Centro de Cultura Luiz Freire&lt;br /&gt;CEDEFES – Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva&lt;br /&gt;CIMI – Conselho Indigenista Missionário&lt;br /&gt;CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil&lt;br /&gt;COIAB – Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira&lt;br /&gt;Combate ao Racismo Ambiental&lt;br /&gt;Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia&lt;br /&gt;Comissão Pró-Índio de São Paulo&lt;br /&gt;Comitê pela Democratização da Informática do Pará&lt;br /&gt;CONECTAS Direitos Humanos&lt;br /&gt;Conservação Internacional&lt;br /&gt;Credibilidade Ética&lt;br /&gt;CTI – Centro de Trabalho Indigenista&lt;br /&gt;Ecoa – Comissão Ecologia e Ação&lt;br /&gt;Fala Preta – Organização de Mulheres Negras&lt;br /&gt;FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional&lt;br /&gt;FDDI – Fórum de Defesa dos Direitos Indígenas&lt;br /&gt;Fetopesca – Federação Tocantinense de Pescadores&lt;br /&gt;Foca Brasil&lt;br /&gt;FOIRN – Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro&lt;br /&gt;Fórum Carajás&lt;br /&gt;Fórum Nacional de Mulheres Negras&lt;br /&gt;Fundação Oásis Cidade Aberta&lt;br /&gt;FVA – Fundação Vitória Amazônica&lt;br /&gt;Greenpeace&lt;br /&gt;Greenpeace Brasil&lt;br /&gt;GTA – Grupo de Trabalho Amazônico&lt;br /&gt;HAY – Hutukara Associação Yanomami&lt;br /&gt;IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas&lt;br /&gt;ICV – Instituto Centro de Vida&lt;br /&gt;IEPÉ – Instituto de Pesquisa e formação em educação indígena&lt;br /&gt;IIEB – Instituto Internacional de Educação do Brasil&lt;br /&gt;Imaflora&lt;br /&gt;IMAZON – Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia&lt;br /&gt;INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos&lt;br /&gt;Instituto Ambiental Vidágua&lt;br /&gt;Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social&lt;br /&gt;Instituto Matogrossense de Direito e Educação Ambiental&lt;br /&gt;IOS – Instituto Observatório Social&lt;br /&gt;ISA – Instituto Socioambiental&lt;br /&gt;Justiça Global&lt;br /&gt;Kanindé&lt;br /&gt;MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos&lt;br /&gt;MSM – Movimento dos Sem-Mídia&lt;br /&gt;MST – MOVIMENTO SEM TERRA&lt;br /&gt;NEMA – Núcleo de Estudos de Etnologia Indígena, Meio Ambiente e Populações Tradicionais da PUC-SP&lt;br /&gt;OELA – Oficina Escola Lutherana da Amazônia&lt;br /&gt;O Esplar – Centro de Pesqusia e Assessoria&lt;br /&gt;Rede de Integração Verde&lt;br /&gt;Rede Social de Justiça e Direitos Humanos&lt;br /&gt;Saúde e Alegria&lt;br /&gt;SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência&lt;br /&gt;Terra de Direitos&lt;br /&gt;Thydewas&lt;br /&gt;Vitae Civilis&lt;br /&gt;Web Rádio Brasil Indígena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Pessoas)&lt;br /&gt;Alexandre de Mattos Melo&lt;br /&gt;Anápuáka Muniz Pataxó Hã-hã-hãe&lt;br /&gt;Anna Penido&lt;br /&gt;Aparecido Araújo Lima&lt;br /&gt;Beatriz Carolina Gonçalves&lt;br /&gt;Bruno Schultze&lt;br /&gt;Débora Zanon&lt;br /&gt;Fábio Augusto Nogueira Ribeiro&lt;br /&gt;Fernanda de Andrade Santos&lt;br /&gt;Fernando de Luiz Brito Vianna&lt;br /&gt;Giovana Acácia Tempesta&lt;br /&gt;José Carlos Santana&lt;br /&gt;Magda von Brixen und Montzel&lt;br /&gt;Maria Lucia Montes&lt;br /&gt;Sergio Lisse&lt;br /&gt;Vanderlei Gussonato&lt;br /&gt;Walderez Nosé Hassenpflug &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nelson Soares Wisnik&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Mapa: Geoprocessamento/ISA, 2005&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3224954640676137934?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3224954640676137934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3224954640676137934&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3224954640676137934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3224954640676137934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/05/terra-indgena-raposa-serra-do-sol.html' title='Terra Indígena &quot;Raposa Serra do Sol&quot;'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SCeSYNuPRNI/AAAAAAAAAPU/6cKTC57xsFY/s72-c/map_raposa_15042005.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5770819554389415486</id><published>2008-05-02T11:27:00.008-03:00</published><updated>2009-11-06T08:30:26.502-03:00</updated><title type='text'>"cabeça de vento"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SBspuCvgwHI/AAAAAAAAAPM/4xLSdJWPex8/s1600-h/26+jan+2008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195792466088870002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SBspuCvgwHI/AAAAAAAAAPM/4xLSdJWPex8/s320/26+jan+2008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sistema convectivo avança sobre Santarém em 26 de janeiro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes sistemas são chamados pelos barqueiros de "cabeças de vento", denominação alusiva à coluna de condensação formada pela ascenção e condensação de vapor d'água e pelos ventos que provoca quando há saturação e precipitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5770819554389415486?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5770819554389415486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5770819554389415486&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5770819554389415486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5770819554389415486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/05/cabea-de-vento.html' title='&quot;cabeça de vento&quot;'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SBspuCvgwHI/AAAAAAAAAPM/4xLSdJWPex8/s72-c/26+jan+2008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5159188414167544306</id><published>2008-04-12T12:19:00.004-03:00</published><updated>2008-12-24T17:35:16.832-03:00</updated><title type='text'>nível dos rios em Santarém</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SADTjdCzA7I/AAAAAAAAAO8/uN4tDrVL-ZE/s1600-h/DIF_PREC_111201_08.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188379376776053682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SADTjdCzA7I/AAAAAAAAAO8/uN4tDrVL-ZE/s320/DIF_PREC_111201_08.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O nível dos rios em Santarém não depende das chuvas que aqui caem, mas sim das chuvas rio acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados consolidados do trimestre Nov/Dez/2007-Jan/2008 do INMET - Instituto Nacional de Meteorologia evidenciam grandes desvios de precipitação acima da normal climatológica em quase toda região amazônica, notadamente sobre os rios Solimões e seus afluentes da margem direita, rio Negro, rio Amazonas a montante de Santarém, rio Madeira, e nas cabeceiras dos rios Teles Pires e Juruena, formadores do rio Tapajós, acarretando a rápida e forte elevação do nível dos rios Amazonas e Tapajós observada na região de Santarém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o mês de fevereiro as chuvas foram praticamente normais ou abaixo da normalidade em toda Amazônia. Mais recentemente, em março, as chuvas foram acima da normalidade apenas na região leste do Estado do Amazonas e no próprio Estado do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando a velocidade de escoamento das águas dos rios e as distâncias a serem percorridas, o excesso de chuvas terá se escoado neste mês de abril e, se não houverem maiores surpresas, arrisco dizer que o nível dos rios não ultrapassará o nível atingido em 2006, quiçá alcançá-lo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5159188414167544306?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5159188414167544306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5159188414167544306&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5159188414167544306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5159188414167544306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/04/nvel-dos-rios-em-santarm.html' title='nível dos rios em Santarém'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SADTjdCzA7I/AAAAAAAAAO8/uN4tDrVL-ZE/s72-c/DIF_PREC_111201_08.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-2435842602820493395</id><published>2008-04-12T12:13:00.005-03:00</published><updated>2008-12-24T17:35:00.591-03:00</updated><title type='text'>anomalias de precipitação</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SADSBtCzA6I/AAAAAAAAAO0/LqFgd2NRmXg/s1600-h/desvio+precipit+STM+2007-08+NWisnik.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188377697443840930" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SADSBtCzA6I/AAAAAAAAAO0/LqFgd2NRmXg/s320/desvio+precipit+STM+2007-08+NWisnik.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Clima é a média do tempo (meteorológico, situação atmosférica) observado ao longo de um período de trinta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As médias das diversas variáveis meteorológicas (por exemplos temperatura, pressão, umidade, insolação, intensidade e direção do vento, precipitação) são chamadas normais climatológicas. O período climático mais recente usado para estabelecer as normais climatológicas vai de 1961 a 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desvios observados em relação às normais climatológicas são chamados anomalias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gráfico mostra, através da faixa de cor &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;azul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, a normal climatológica de precipitação (chuva) em Santarém, enquanto a linha de cor &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;laranja&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; indica a precipitação mensal ocorrida em Santarém ao longo dos últimos doze meses, conforme dados do INMET - Instituto Nacional de Meteorologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se observar que durante o ano passado o comportamento das chuvas foi razoavelmente normal, enquanto nos meses deste início de ano foi bastante anômalo, oscilando muito acima e pouco abaixo da normalidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-2435842602820493395?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/2435842602820493395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=2435842602820493395&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/2435842602820493395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/2435842602820493395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/04/anomalias-de-precipitao.html' title='anomalias de precipitação'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SADSBtCzA6I/AAAAAAAAAO0/LqFgd2NRmXg/s72-c/desvio+precipit+STM+2007-08+NWisnik.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7541069845625702497</id><published>2008-03-29T18:16:00.018-03:00</published><updated>2009-11-06T08:30:57.331-03:00</updated><title type='text'>Floresta em Pé</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;floresta em pé araucárias paraná derrubada trigo pinhão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367779408766873202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Sn4u7rw0rnI/AAAAAAAAAuo/EFb7goXpcIE/s400/IMG036-01.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jorge Luiz Vivan relata em seu livro “Agricultura e Florestas” [*] que, quando os italianos chegaram ao sul do Brasil no final do século 19, derrubavam araucárias (&lt;em&gt;Araucaria angustifolia&lt;/em&gt;) com mais de 45 metros de altura e 3 metros de diâmetro para plantarem trigo, cujas sementes haviam trazido da Itália, e era a cultura que conheciam. Numa área correspondente à copa de uma dessas árvores, cerca de 600 metros quadrados, colhiam 60kg de trigo, enquanto uma araucária podia produzir 300kg de pinhões. Não o teriam feito se conhecessem o potencial produtivo das araucárias, cujas florestas não se recuperaram desde então. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É uma lição a ser aprendida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Projeto "Floresta em Pé", lançado neste mês de março pelo IBAMA em Santarém, pode ser um passo muito importante no sentido da preservação das florestas. Compreende cooperação técnica entre os governos do Brasil e da França, e parcerias envolvendo empresas e comunidades no Estado do Pará, promovendo e apoiando iniciativas comunitárias de manejo sustentável da floresta amazônica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[*]&lt;strong&gt; Vivan, Jorge L.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Agricultura e Florestas – Princípios de uma Interação Vital”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Guaíba, RS - 1998&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Editora Agropecuária&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;..........&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Araucária angustifolia&lt;/em&gt; plantada por mim em 1997 no Distrito de Barão Geraldo, Campinas SP, a partir de semente (pinhão) recolhido na Serra da Mantiqueira&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7541069845625702497?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7541069845625702497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7541069845625702497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7541069845625702497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7541069845625702497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/03/floresta-em-p.html' title='Floresta em Pé'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Sn4u7rw0rnI/AAAAAAAAAuo/EFb7goXpcIE/s72-c/IMG036-01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3744096443511679885</id><published>2008-03-27T17:32:00.003-03:00</published><updated>2008-07-22T18:56:09.363-03:00</updated><title type='text'>curto e grosso</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus intentos"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Henry Kissinger, 1994&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;quando era Secretário de Estado dos Estados Unidos da América&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3744096443511679885?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3744096443511679885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3744096443511679885&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3744096443511679885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3744096443511679885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/03/curto-e-grosso.html' title='curto e grosso'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5751335100100350259</id><published>2008-03-20T17:24:00.028-03:00</published><updated>2009-11-06T08:31:24.378-03:00</updated><title type='text'>Brassavola martiana Lindl.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;orquídea amazonia orchid amazon Brassavola martiana Lindl. Santarém lago Maicá&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R-LJZ5p8jNI/AAAAAAAAAOQ/tGvbackiW4c/s1600-h/Brassavola+martiana.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179923968240159954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R-LJZ5p8jNI/AAAAAAAAAOQ/tGvbackiW4c/s320/Brassavola+martiana.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Inflorescência de orquídea &lt;em&gt;Brassavola martiana Lindl.&lt;/em&gt; flagrada em igapó no Lago do Maicá&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;em Santarém, PA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A espécie foi descrita no documento &lt;strong&gt;Flora Brasiliensis,&lt;/strong&gt; produzido entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban, com a participação de 65 especialistas de vários países. Contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies, a maioria de angiospermas brasileiras, reunidos em 15 volumes, divididos em 40 partes, com um total de 10.367 páginas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179940667073006834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R-LYl5p8jPI/AAAAAAAAAOg/qXHqc5fSZ7o/s320/Brassavola+martiana+desenho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Família &lt;em&gt;Orchidaceae&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;SubFamília &lt;em&gt;Monandrae&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tribo &lt;em&gt;Laellinae Pfitzer&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;SubTribo &lt;em&gt;Cattleyeae Pfitzer&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gênero &lt;em&gt;Brassavola R.Br.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seção &lt;em&gt;Sessililabia&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cogn. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brassavola martiana Lindl&lt;/em&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vol. III, Part V, Fasc. 123 Colunas 261 - 262 Prancha 61&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;01 de junho de 1898&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O documento está disponibilizado na internet, podendo ser acessado ativando o endereço correspondente na coluna "Visite" ao lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Foto: © Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Prancha: Flora Brasiliensis&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5751335100100350259?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5751335100100350259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5751335100100350259&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5751335100100350259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5751335100100350259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/03/inflorescncia.html' title='Brassavola martiana Lindl.'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R-LJZ5p8jNI/AAAAAAAAAOQ/tGvbackiW4c/s72-c/Brassavola+martiana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3128758547458186321</id><published>2008-02-28T17:31:00.009-03:00</published><updated>2009-03-29T12:16:38.892-03:00</updated><title type='text'>Unidades de Conservação</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;unidades de conservação na amazonia extrativismo floresta nacional Flona Arapiuns Tapajós&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R8cbSL1fLlI/AAAAAAAAAOI/iB3f0vLRJHU/s1600-h/Unidades+de+conservaÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172132696287030866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R8cbSL1fLlI/AAAAAAAAAOI/iB3f0vLRJHU/s320/Unidades+de+conserva%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No Estado do Pará há diversas Unidades de Conservação, às margens do rio Tapajós próximas a Santarém estão a Floresta Nacional do Tapajós e a Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Floresta Nacional (FLONA) é uma unidade de conservação voltada principalmente à problemática ambiental, "uma área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas e tem como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FLONA Tapajós está situada nos municípios de Santarém e Belterra, à margem direita do rio Tapajós, limitada a leste pela rodovia BR-163 Cuiabá-Santarém, ao sul pelo rio Cupari e ao norte faz fronteira com a área rural de Belterra. Para maiores informações sobre as atividades e projetos desenvolvidos na FLONA Tapajós visite o site indicado neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Reserva Extrativista (RESEX) está relacionada a uma área onde as questões ambientais e sociais são indissolúveis, "é uma área utilizada por populações locais, cuja subsistência baseia-se no extrativismo e, complementarmente, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte, e tem como objetivos básicos proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RESEX Tapajós-Arapiuns, como o nome indica, tem como fronteiras e acessos principais os rios Tapajós a leste e Arapiuns ao norte. Para maiores informações sobre a RESEX Tapajós-Arapiuns visite o site indicado neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros tipos de Unidades de Conservação são as Áreas de Preservação Ambiental, de Relevante Interesse Ecológico, Estações Ecológicas, Parques Nacionais, Refúgios de Vida Silvestre, Reservas de Desenvolvimento Sustentável, de Fauna, Particular de Patrimônio Natural, Biológicas e Ecológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver interesse em saber mais a respeito de Unidades (ou Áreas) de Conservação pode acessar o endereço: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ãrea_de_conservaÃ§Ã£o"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ãrea_de_conservaÃ§Ã£o&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3128758547458186321?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3128758547458186321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3128758547458186321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3128758547458186321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3128758547458186321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/02/na-regio-oeste-do-estado-do-par-ha-duas.html' title='Unidades de Conservação'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R8cbSL1fLlI/AAAAAAAAAOI/iB3f0vLRJHU/s72-c/Unidades+de+conserva%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3032249263861248532</id><published>2008-02-24T21:51:00.010-03:00</published><updated>2009-03-29T12:18:06.856-03:00</updated><title type='text'>"Tupi or not Tupi" (*)</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;lingua Nheengatu tupi guarani lingua geral amazonia lingua portuguesa santarém barco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3VCKJQcWFI/AAAAAAAAANI/wI5x4JA6vnA/s1600-h/ÃƒÂ&amp;shy;ndia+Tupi+com+arara.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149094491019040850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3VCKJQcWFI/AAAAAAAAANI/wI5x4JA6vnA/s320/%C3%ADndia+Tupi+com+arara.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em geral as pessoas que viajam conosco no barco &lt;em&gt;Nheengatu&lt;/em&gt; têm curiosidade sobre a origem deste nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nheengatu&lt;/em&gt; é a língua geral, falada no Brasil até aproximadamente 1758. Faça as contas, de 1500 a 1758 anos são 258 anos, e de 1758 a 2008 são 250 anos, portanto falamos durante mais tempo &lt;em&gt;Nheengatu&lt;/em&gt; do que estamos falando &lt;em&gt;Português&lt;/em&gt;! Falamos uma língua tão embebida de &lt;em&gt;Nheengatu&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Português&lt;/em&gt; que já a chamam de &lt;em&gt;Brasileiro(a).&lt;/em&gt; Algumas pessoas se expressam a esse respeito através de comunidades no orkut (se interessar veja lista no final desta postagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nheen &lt;/em&gt;significa&lt;em&gt; fala&lt;/em&gt;, e &lt;em&gt;gatu&lt;/em&gt; significa &lt;em&gt;boa&lt;/em&gt;, ou seja, língua fácil de ser entendida (pelos Tupis, é claro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A palavra &lt;em&gt;Tupi&lt;/em&gt; significa &lt;em&gt;o grande pai&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;líder&lt;/em&gt;. Ora, os &lt;em&gt;Tupis&lt;/em&gt; se achavam o máximo tanto que chamavam a si mesmos de &lt;em&gt;tupis&lt;/em&gt;. Já &lt;em&gt;Guarani&lt;/em&gt; significa &lt;em&gt;guerreiro." &lt;/em&gt;(&lt;em&gt;**)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Morumbi&lt;/em&gt;, por exemplo, significa &lt;em&gt;mosca verde&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;varejeira&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do &lt;em&gt;Nheengatu&lt;/em&gt; foi proibido através de decreto do Marquês de Pombal, Ministro Plenipotenciário de Portugal, sendo instituído o &lt;em&gt;Português&lt;/em&gt; como língua oficial. Teve seus motivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo uma das versões havia sido descoberto ouro em Minas Gerais, sendo então enviados os coletores de tributos (20%, um quinto da produção, o &lt;em&gt;quinto dos infernos&lt;/em&gt;), que não sabiam falar o&lt;em&gt; Nheengatu.&lt;/em&gt; Como identificar se estavam sendo ludibriados? Falando a mesma língua. Assim, nada mais natural então que fazer com que todos falassem a língua dos coletores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra relata que o decreto visou reduzir o poder dos Jesuítas, que a falavam fluentemente e tinham grande influência na colônia. Acabaram por serem expulsos do Brasil, com a distribuição de suas posses (que não eram poucas, incluindo índias cativas) entre os &lt;em&gt;puxa-sacos&lt;/em&gt; de plantão (que já existiam desde tempos imemoriais e sobreviverão à própria espécie humana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma terceira versão, defendida pelo historiador Evaristo Miranda em seu livro "&lt;em&gt;Quando o Amazonas Corria para o Pacífico - Uma História Desconhecida da Amazônia&lt;/em&gt;", instituir a língua &lt;em&gt;portuguesa&lt;/em&gt; em lugar da &lt;em&gt;brasílica&lt;/em&gt; (como é chamada pelos acadêmicos a língua &lt;em&gt;Nheengatu&lt;/em&gt;) fez parte de uma estratégia mais ampla que culminou com a anexação da Amazônia ao império português, embora situada a oeste da linha de Tordesilhas. Mas esta história será contada em outra postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________________&lt;br /&gt;Uma estória indígena:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3VrN5QcWGI/AAAAAAAAANQ/6H_60Yc2IBE/s1600-h/castanha+sapucaia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149139635420289122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3VrN5QcWGI/AAAAAAAAANQ/6H_60Yc2IBE/s320/castanha+sapucaia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Era uma vez um macaquinho guloso que soube que haviam frutas numa certa cumbuca feita de uma árvore chamada sapucaia. Introduziu a mão no recipiente. Ao tentar tirá-la, a mão ficou presa. Assustado, o bichinho disparou-se aos pulos pela floresta arrastando a sapucaia e gritando desesperadamente: &lt;em&gt;Ai! Ai! Ai! Cuimbisca hu pscá se pú! Ai! Ai! Ai! Cuimbusca hu pscá se pú!&lt;/em&gt; (Ai! Ai! Ai! Cumbuca pegou minha mão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os macacos se assustaram e foram ajudar o macaquinho em apuros. Seguraram o filhote e chamaram o macaco mais velho para aconselhar como retirar a mão do macaquinho da cumbuca. O velho examinou a cumbuca, pegou uma pedra e, em repetidos golpes, quebrou a cumbuca, libertando a mão do macaquinho travesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuperado do susto, o filhote perguntou ao macaco velho: &lt;em&gt;Macaca tamuia taá inti ana cuimbisca hu pscá ana i pú&lt;/em&gt;? (Vovô, cumbuca já pegou sua mão?) Respondeu o macacão: &lt;em&gt;Macaca tuiué inti hu mundéo i pú cuimbisca o pé&lt;/em&gt; (Macaco velho não mete mão em cumbuca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cuimbusca / cuimbisca "cumbuca" — kuî-(?) "cuia (...?)"&lt;br /&gt;hu sufixo verbal de 3ª pessoa — o-&lt;br /&gt;pscá "pegar" — pysyk&lt;br /&gt;se "meu" — xe&lt;br /&gt;pú "mão" — pó&lt;br /&gt;macaca "macaco" — do português&lt;br /&gt;tamuia "avô" — tamy-îa "avô", "antepassado"&lt;br /&gt;taá partícula interrogativa — (?)&lt;br /&gt;inti "não" — talvez de ndi týbi "não há"&lt;br /&gt;ana partícula indicativa de passado — (?)&lt;br /&gt;i "seu" — i "seu" ("dele")&lt;br /&gt;tuiué "velho" — tuîba'e&lt;br /&gt;mundéo "meter" — mondeb&lt;br /&gt;o pé "dentro de" — pupé (upé em algumas línguas tupi-guarani)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tupi.wikispaces.com/YRL+-+textos+-+Macaco+velho+não+mete+mão+em+cumbuca"&gt;http://tupi.wikispaces.com/YRL+-+textos+-+Macaco+velho+não+mete+mão+em+cumbuca&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;acesso em em 28 de dezembro de 2007 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das comunidades relacionadas à língua &lt;em&gt;brasileira&lt;/em&gt; no orkut:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu falo BRASILEIRO!!!" com 3.544 membros;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5751177"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5751177&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu falo BRASILEIRO!" com 678 membros;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1371825"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1371825&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Falo Brasileiro e ñ Português" com 257 membros&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4274694"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4274694&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Oswald de Andrade&lt;br /&gt;(**) Ozias Alves &lt;/span&gt;Jr&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3032249263861248532?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3032249263861248532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3032249263861248532&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3032249263861248532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3032249263861248532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2008/02/tupi-or-not-tupi.html' title='&quot;Tupi or not Tupi&quot; (*)'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3VCKJQcWFI/AAAAAAAAANI/wI5x4JA6vnA/s72-c/%C3%ADndia+Tupi+com+arara.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6640054660056907993</id><published>2007-12-28T08:38:00.017-03:00</published><updated>2011-02-24T17:39:13.729-03:00</updated><title type='text'>na barca com Caronte</title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:78%;" &gt;na barca com Caronte rio Estige&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3ThNJQcWEI/AAAAAAAAANA/nkvdQxWHw4Y/s1600-h/Caronte.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148987889930754114" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3ThNJQcWEI/AAAAAAAAANA/nkvdQxWHw4Y/s320/Caronte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;por Moysés Abbud Filho&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"O Egito antigo é uma surpresa em termos de civilização. O tema água para aquele povo era absolutamente importante, digno de definir por suas ações em direção a ela, se uma alma entraria ou não no paraíso. O que sabiam e discutiam, há milhares de anos é, até hoje, algo que o homem ocidental, além de não resolver e conseguir desvirtuar e desprezar durante séculos seguidos, tenta, a duras penas, reverter o quadro dramático da questão das águas no nosso tempo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O &lt;strong&gt;Livro dos Mortos&lt;/strong&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt; &lt;/span&gt;[1] do Egito antigo era mais que uma simples obra a se seguir com a finalidade de ser recompensado desta vida, para uma melhor e gloriosa. Era um código moral abrangente que definia a conduta da população em geral. Ao falecer, o cidadão se apresentava perante uma corte de deuses, na qual era julgado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Diante desta corte, ele fazia sua defesa (ou declaração de inocência). O que chama a atenção é uma das exigências constantes desse livro – “&lt;em&gt;não poluí a água corrente pública&lt;/em&gt;”. Em outra versão há depoimento semelhante exigido “&lt;em&gt;nunca desviei o curso de um rio&lt;/em&gt;”. Não poluir, nem desviar cursos d’água eram condutas exigidas daquele povo se quisessem alcançar a glória pós-morte. Esse código, se aplicado hoje, seria certamente a condenação da raça humana. Muitos seriam devorados pelo crocodilo do julgamento egípcio na condenação das lamas pecadoras (ou devoradas pelo fogo eterno conforme prevê nosso monoteísmo). O respeito às águas fazia parte do código penal egípcio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O próprio rio Nilo era considerado quase um Deus vivo de onde vinha a fonte da vida. Aliás, água é símbolo de vida pois toda vida emana dela. Diríamos que a salvação vem da água (que está presente no batismo de várias culturas). Foi assim que os judeus descobriram o mito de Moisés, a salvação vinda do Nilo. O mesmo rio adorado pelos egípcios, seus algozes, ironicamente lhes proporcionou a figura máxima do judaísmo, libertadora do cativeiro infame. Mais uma vez a salvação veio das águas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O ocidente optou por ser herdeiro da herança greco-romana com todos seus vícios, equívocos e beleza (virtudes). Bastante diferente da dos egípcios, a visão da água no imaginário grego é curiosa no que diz respeito à morte. Segundo o mito, os mortos eram guiados por Caronte, o barqueiro do Hades (inferno), pelo Estige [2]. “&lt;em&gt;O rio Estige (Styx) é um dos rios do inferno clássico. Os outros são o Aqueronte, o Flegetonte, o Letes e o Cócito. O Estige é um rio pantanoso que cerca a cidade de Dite. É também o quinto círculo onde ficam submersos os iracundos. Os vencidos pela ira são amontoados no rio Estige juntos com seus semelhantes que não conseguiram controlar a raiva. São submetidos assim aos efeitos da ira causados por seus semelhantes, e então se mordem, se batem e se torturam. No fundo do Estige estão os rancorosos que, por nunca terem externado sua ira, não podem subir à superfície e ficam a gorgolar a lama do fundo do rio&lt;/em&gt;”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como se vê, talvez esteja aí o costume de vermos as águas dos rios como depósitos de poluição, já que herdamos da cultura grega. É possível que tenhamos trazido em nosso inconsciente esse desprezo ou pouca importância para com as águas. Na verdade navegamos muito mais pelo Estige do que pelo Nilo. Caronte, o barqueiro da mitologia grega, tem nos conduzido com maestria para o desastre sem que nos apercebamos disso. Pelo jeito, ele tem navegado pelo Tapajós, Tietê, São Francisco e tantos outros. Resta-nos agora barrar esse barqueiro e seguir as orientações do &lt;strong&gt;Livro dos Mortos&lt;/strong&gt; dos egípcios enquanto, supomos, há tempo para impedir um desastre maior."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Segundo Brancaglion Jr., o "Livro dos Mortos" foi assim denominado pelo editor alemão que o publicou em parte ainda no século IXX, era, na verdade, um guia para os re-encarnados, cujo título original era "Livro para sair à luz do dia"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 13 de dezembro de 1519, Antonio Pigafetta, nobre e aventureiro italiano, participando da expedição comandada por Fernão de Magalhães, na primeira viagem de cincunavegação &lt;strong&gt;de um europeu&lt;/strong&gt;, escreveu em sua passagem por terras brasileiras:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"&lt;em&gt;Seus barcos&lt;/em&gt;: os chamam &lt;em&gt;canoas&lt;/em&gt; e são feitos de tronco de árvore, que é tornado oco por meio de uma pedra cortante, usada em lugar das ferramentas de ferro, que tanto carecem. São tão grandes essas árvores que numa só canoa cabem de trinta a quarenta homens, que a movimentam com remos semelhantes às pás de nossos padeiros. Ao vê-los tão negros, completamente desnudos, sujos e sem pêlos, tínhamos a impressão de estar diante dos marinheiros da Lagoa Estige."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6640054660056907993?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6640054660056907993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6640054660056907993&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6640054660056907993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6640054660056907993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/12/na-barca-com-caronte.html' title='na barca com Caronte'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3ThNJQcWEI/AAAAAAAAANA/nkvdQxWHw4Y/s72-c/Caronte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3748714215084553052</id><published>2007-11-14T19:18:00.001-03:00</published><updated>2009-07-19T16:06:12.940-03:00</updated><title type='text'>Solarização de água a bordo</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132824951173648322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rzt1GST3j8I/AAAAAAAAAI0/vehnlBNT_kA/s320/Imagem+022.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No barco Nheengatu a água do Rio Tapajós é filtrada e solarizada. Está sendo utilizada uma estação meteorológica para estudo da relação entre a temperatura atingida pela água nas garrafas e as condições ambientais (temperatura, umidade, radiação solar, ventos). A estação pertence ao CEULS-ULBRA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132826978398212082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rzt28ST3j_I/AAAAAAAAAJM/mXkzVAcTkC8/s320/Imagem+019.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132827274750955522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rzt3NiT3kAI/AAAAAAAAAJU/Ugf12dyh550/s320/Imagem+030.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fotos: Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3748714215084553052?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3748714215084553052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3748714215084553052&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3748714215084553052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3748714215084553052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/11/solarizao-de-gua-bordo.html' title='Solarização de água a bordo'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rzt1GST3j8I/AAAAAAAAAI0/vehnlBNT_kA/s72-c/Imagem+022.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-8840270664280408552</id><published>2007-10-26T10:23:00.003-03:00</published><updated>2009-03-29T01:30:19.665-03:00</updated><title type='text'>Água Solarizada</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;água solarizada sodis water&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Microorganismos são sensíveis ao calor, é possível eliminar 99,9% deles aquecendo a água entre 50-60°C por cerca de uma hora. Assim são eliminados Enterovirus e Rotavírus, Coliformes fecais, Salmonela, Shigela, Vibrião da cólera, ovos de Ascaris, Tênias e Schistosomas, Giárdia, e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Radiação ultravioleta (UV) também tem efeitos letais sobre vírus e bactérias por sua ação sobre as enzimas e o próprio DNA. Menos de 30W.h/m2 são suficientes para eliminar Coliformes e Streptococus fecais bem como Escherichia coli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando submetidos simultaneamente ao calor e à radiação UV ocorre um efeito sinergético e a taxa de inativação aumenta substancialmente, como pode ser visto no gráfico abaixo, onde a primeira coluna é proporcional à mortalidade natural dos microorganismos, sem aplicação de calor ou radiação, a segunda coluna é proporcional à taxa de inativação dos microorganismos quando submetidos à radiação UV, mais a mortalidade natural, a terceira coluna é proporcional à taxa de inativação dos microorganismos quando submetidos ao calor, mais a mortalidade natural, e a quarta coluna é proporcional à taxa de inativação dos microorganismos quando submetidos simultaneamente à radiação UV e ao calor, bem superior à soma da mortalidade natural com os efeitos de inativação resultantes das aplicações isoladas de radiação UV e de calor, evidenciando o efeito sinergético. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148699165049247698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3PanJQcV9I/AAAAAAAAAMI/Xt7tHNznbJc/s320/Sinergia+de+solariza%C3%A7%C3%A3o.JPG" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Solarização da água é um método de tratamento pouco utilizado mas bastante antigo, que se utiliza do efeito sinergético da aplicação de radiação UV e calor para eliminar patógenos veiculados pela água. É ideal para a desinfecção de pequenas quantidades de água para consumo humano, o que o torna perfeitamente adequado para aplicação ao nível residencial. A solarização não altera quimicamente a água, nem sem odor ou sabor, pois o tratamento consiste apenas em deixar a água ao Sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região amazônica é especialmente privilegiada para a solarização da água uma vez que as temperaturas são normalmente elevadas e a incidência de radiação UV é mais intensa por estar próxima ao equador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação do tratamento é extremamente simples uma vez que basta expor água ao Sol, tomando-se alguns cuidados básicos. A água deve ser colocada em recipiente limpo e transparente à radiação UV, podendo ser de vidro ou mesmo saco ou garrafa de plástico. Entre os plásticos o PVC é inadequado por ter em sua composição maior quantidade de aditivos estabilizadores contra radiação UV, que a absorvem, sendo o PET mais adequado à solarização. Garrafas PET transparentes permitem a passagem de pouco mais de 70% da radiação UV contra quase 80% transmitidos pelo vidro incolor. A pequena vantagem da menor absorção da radiação UV pelo vidro não compensa suas desvantagens, relacionadas ao peso, custo e fragilidade, pois garrafas PET são virtualmente inquebráveis, leves, de baixo custo e também quimicamente estáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A radiação UV também é absorvida pela água à medida que a atravessa, assim, se a água estiver turva, a absorção será muito grande e não haverá radiação suficiente para afetar os microorganismos. Para ser solarizada a água deve ser filtrada de modo a reduzir sua turbidez. Paralelamente, embalagens muito grandes devem ser evitadas, recomendando-se a utilização de garrafas de até dois litros. Um método prático de verificar se a água está ou não turva a ponto de prejudicar o processo de solarização consiste em olhar através da água na garrafa, da sua boca em direção ao fundo, observando se é possível distinguir uma símbolo qualquer com cerca de dois e meio centímetros de altura (pode ser uma letra, X, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a água a ser solarizada tiver ar dissolvido, e, consequentemente, o oxigênio nele contido, pela ação da radiação UV serão gerados peróxido de hidrogênio (água oxigenada) e radicais livres de oxigênio, extremamente letais aos microorganismos. Uma prática recomendada é, ao preparar a solarização, colocar de dois terços da capacidade de água da garrafa e agitá-la vigorosamente por cerca de meio minuto, completando a garrafa em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizados estes procedimentos, basta submeter a água à radiação solar, durante um dia ensolarado ou dois dias nublados. Após esfriar a água está pronta para ser ingerida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas constataram que, mesmo vários dias após a solarização da água, não houve retorno dos microorganismos, bem como comprovaram a estabilidade química das garrafas PET após meses de utilização no processo. Ainda, a solarização da água pode resultar na redução de custos pois elimina a necessidade do consumo de algum tipo de combustível para ferver a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os passos do método estão ilustrados na figura abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148700097057150946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3PbdZQcV-I/AAAAAAAAAMQ/onLFHE8WGCo/s320/Passos+1+a+5.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;São exemplos de garrafas inadequadas para solarização as ilustradas na foto abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;1.- garrafas em pé da esquerda para a direita: garrafa com pigmentação colorida; garrafa grande demais reduzindo o efeito da radiação ultravioleta; garrafa com aditivação anti-radiação (azulada); garrafa de vidro (peso, fragilidade);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2.- garrafa deitada: não é PET, aditivada anti-radiação;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148703524441053170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3Pek5QcV_I/AAAAAAAAAMY/0W-G7TlNgts/s320/garrafas+inadequadas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Garrafas PET transparentes podem ser pintadas para maior absorção de radiação infravermelha atingindo temperaturas mais altas, como ilustradas abaixo, em pintura preta ou com sobreposição de pintura alumínio sobre a tinta preta;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148704748506732546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3PfsJQcWAI/AAAAAAAAAMg/h_PgPC7TW40/s320/garrafas+adequadas+para+solariza%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O teste de turbidez é fácil de ser feito colocando-se a garrafa cheia com a água a ser solarizada sobre um sinal de fácil reconhecimento, se este sinal puder ser visualizado através da água olhando-se pelo gargalo em direção ao fundo da garrafa cheia então a água tem condições de ser solarizada, caso contrário está muito turva, conforme pode ser observado na foto que se segue:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148711418590943282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3PlwZQcWDI/AAAAAAAAAM4/FsmdPn6SOXU/s320/teste+de+turbidez.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Satisfeitas estas condições simples o resultado será água potável via solarização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Parte deste texto foi publicada no "Jornal das Águas", veículo de informação da Coordenação de Extensão do Centro Universitário Luterano de Santarém, o qual tem por Editor Responsável o Prof. Mestre Miguel Borghezan&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para saber mais acesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Solar Desinfection&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.sodis.ch/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.sodis.ch/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Água pode ser tratada com garrafa PET&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Favaro, T.&lt;br /&gt;Correio Popular&lt;br /&gt;Campinas, SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inactivation of Fecal Bacteria in Drinking Water by Solar Heating&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Joyce, T. M. et. al.&lt;br /&gt;APPLIED AND ENVIRONMENTAL MICROBIOLOGY, Feb. 1996, p. 399–402&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desinfecção de Efluentes com Tratamento Terciário Utilizando Energia Solar (SODIS): Avaliação do Uso do Dispositivo para Concentração dos Raios Solares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paterniani, J. E. S e Silva, M. J. M.&lt;br /&gt;Engenharia Sanitária e Ambiental, V.10 N.1 Jan/Mar/2005, p. 9-13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solar Desinfection of Drinking Water Contained in Transparent Plastic Bottles: Characterizing the Bacterial Inactivation Process&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;McGuigan, K. G. et. al.&lt;br /&gt;Journal of Applied Microbiology V.84 1998, p. 1138-1148&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Solar Water Desinfection: Scope of the Process and Analysis of Radiation Experiments&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Wegelin, M. et. al.&lt;br /&gt;Journal Water SRT-Aqua V.43 N.3 1994, p. 154-169&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inactivation of Fecal Bacteria in Drinking Water by Solar Heating&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Joyce, T. M. et. al.&lt;br /&gt;Applied and Environmental Microbiology V.62 N.2 Feb1996, p. 399-402&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SODIS – An Emerging Water Treatment Process&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sommer, B. et. al.&lt;br /&gt;Journal Water SRT-Aqua V.46 N.3 1997, p. 127-137&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-8840270664280408552?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/8840270664280408552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=8840270664280408552&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8840270664280408552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8840270664280408552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/10/gua-solarizada.html' title='Água Solarizada'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/R3PanJQcV9I/AAAAAAAAAMI/Xt7tHNznbJc/s72-c/Sinergia+de+solariza%C3%A7%C3%A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4377952849252043128</id><published>2007-08-29T17:19:00.010-03:00</published><updated>2008-12-27T23:18:20.665-03:00</updated><title type='text'>O perigo da radiação Ultravioleta</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RtXbFq3L-qI/AAAAAAAAAHE/cY8XcFTi36g/s1600-h/IUV+02set07.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104226643145915042" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RtXbFq3L-qI/AAAAAAAAAHE/cY8XcFTi36g/s320/IUV+02set07.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem: INPE &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A região amazônica, que abrange 60% do território brasileiro e tem uma população de aproximadamente 20 milhões de habitantes, por se situar próxima ao equador a Amazônia, entre 5°N e 10°S, está sujeita à alta incidência de radiação ultravioleta, com o agravante de haver menos ozônio na atmosfera, que atuaria como um filtro de radiação ultravioleta, e o atenuante de maior nebulosidade na atmosfera, que também atua como um filtro de radiação ultravioleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A radiação ultravioleta pode causar danos à saúde, em especial à pele e aos olhos, ambos diretamente expostos à radiação, o que não ocorre com outros órgãos do corpo. Para melhor quantificar o efeito da radiação ultravioleta sobre o corpo humano foi criado o “índice ultravioleta”, I-UV, que é uma medida da intensidade da radiação UV relevante aos efeitos sobre a pele humana, computado através da radiação ultravioleta incidente na atmosfera e seu conteúdo de ozônio, aplicando-se uma correção eritêmica que considera os efeitos sobre a o corpo humano em função do comprimento de onda da radiação. Utilizando-se os dados de I-UV e nebulosidade, calcula-se o I-UV sob condições de nebulosidade. Aos valores de I-UV estão associadas as precauções necessárias bem como o tempo de exposição máximo para que não hajam efeitos nocivos à saúde. O I-UV varia de acordo com a latitude e as estações do ano, e as regiões Norte e Nordeste do Brasil estão sujeitas a níveis extremos durante todo o ano, o que não ocorre com as outras regiões do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade médica destaca a necessidade de proteger os olhos contra a radiação UV através do uso de óculos, mas é importante atentar para o tipo de lentes pois, se utilizarmos óculos escuros cujas lentes não oferecem proteção aos raios ultravioleta o efeito será contrário, as pupilas dos olhos se abrirão devido à redução da intensidade de luz que atinge os olhos e mais radiação ultravioleta entrará e atingirá a retina do que se não fossem utilizados óculos escuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo a radiação UV menor comprimento de onda que a radiação visível, esta é mais espalhada pela atmosfera, assim, mesmo que estejamos na sombra, protegidos da luz e do calor (infravermelho), não estamos protegidos da radiação UV difusa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A tabela abaixo apresenta valores do I-UV e as precauções necessárias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 288px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281224044578754434" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SUqtSZReT4I/AAAAAAAAAdc/uvJ8Spu7SnE/s400/tabela_IUV.jpg" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Devido à proximidade da linha do equador, os valores do IUV nas regiões norte e nordeste são praticamente constantes durante todo o ano. Para as outras regiões é observado um comportamento sazonal, com valores mais altos no verão (menor tempo de exposição) e mais baixos no inverno. Deve ser destacado que durante vários meses do ano, o território brasileiro apresenta, em condições de céu claro, IUVs considerados extremos (IUV &gt; 10) pela Organização Mundial da Saúde. Veja a tabela abaixo (*): &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281225839891854882" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SUqu65VeNiI/AAAAAAAAAdk/lfXwfuiwzmQ/s400/tabela+I-UV+sazonal.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Se quiser saber o I-UV para sua cidade acione o link "previsão de tempo" na barra de menu deste blog. A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;proveite também a oportunidade e visite o site "Programa Sol Amigo", e tome alguns minutos para responder à pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE sobre exposição ao Sol, cujos links se encontram disponibilizados na barra de menu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;(*) Corrêa, M. P. &lt;strong&gt;Índice Ultravioleta: Avaliações e Aplicações &lt;/strong&gt;- Tese apresentada ao Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, Universidade de São Paulo, para obtenção do título de Doutor em Ciências, Área de concentração: Meteorologia Junho de 2003&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4377952849252043128?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4377952849252043128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4377952849252043128&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4377952849252043128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4377952849252043128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/08/o-perigo-da-radiao-ultravioleta-aos.html' title='O perigo da radiação Ultravioleta'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RtXbFq3L-qI/AAAAAAAAAHE/cY8XcFTi36g/s72-c/IUV+02set07.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-7005617587308968319</id><published>2007-06-28T01:43:00.002-03:00</published><updated>2009-07-26T13:20:31.228-03:00</updated><title type='text'>Água Virtual - a água intangível</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;água virtual water&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RoM8ukrfnWI/AAAAAAAAAGY/I6s5p74rTwI/s1600-h/DSC07978.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080971575421803874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RoM8ukrfnWI/AAAAAAAAAGY/I6s5p74rTwI/s320/DSC07978.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para a produção de bens tão simples como uma folha de papel, ou tão complexos como a construção de um Shopping Center, é indispensável a utilização de água. Em meio à crescente modernização da sociedade mundial, o consumo direto ou indireto de água vem crescendo, acompanhando o desenvolvimento da humanidade em todos os sentidos. A presença da água em praticamente tudo ao nosso redor revela a importância desse recurso natural finito para a continuidade do desenvolvimento da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água virtual é a água que foi utilizada durante o processo de produção de algum bem ou serviço, que esteve presente em pelo menos uma das etapas do processo de produção, mas não é tangível no produto ou serviço finais. É uma medida indireta de recursos hídricos consumidos por um bem até sua finalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, quanto de água há em um coco? Dois copos? Considerando-se que um coqueiro necessita cerca de 20 litros de água por dia, são 7300 litros por ano, período no qual chega a produzir, em média, 80 cocos. Assim, foram necessários um pouco mais de 90 litros de água para se ter cada coco. Pode-se dizer então que em um coco há cerca de 90 litros de água. Esta água, que normalmente não consideramos, é o conteúdo de água virtual de um coco, bem mais do que os dois copos que dispomos para beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na produção do papel é utilizada muita água no processamento da celulose, mas consideramos que o papel é um produto “seco”. Para se produzir açúcar ou álcool também se utiliza muita água na lavagem da cana antes de macerá-la. Quem já não viu um pedreiro misturando areia, água e cimento para produzir concreto? Vidro, aço, pneus, metais, o que se imaginar, requer água em alguma fase de sua produção. Levamos roupas a uma lavanderia que nos presta um serviço e recebemos a roupa limpa e seca, mas a água utilizada no processo não é tangível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de água virtual foi estabelecido por Gideon Fishelson no início da década de 80, que entendia não fazer muito sentido Israel exportar produtos com alto conteúdo de água embebida, visto ser uma nação com território semidesértico. O termo virtual passou a ser utilizado a partir de 1994, termo este entendido como mais impactante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumo alimentício de água virtual por pessoa é, em média, 12 vezes maior do que o consumo normal diário de água real, revelando assim sua forte presença na área alimentícia, sendo 67% relacionados com produtos agrícolas, 23% relacionados com o comércio de produtos animais, e 10% relacionados com produtos industriais. Como consumo pessoal de água real temos os banhos, descarga, lavar louças e roupas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo de água virtual presente no café da manhã normal de uma pessoa de classe média, composto de uma xícara de café, um copo de leite, um pão francês com manteiga e queijo e uma fruta, é equivalente a 800 litros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um kilogramo de aveia, por exemplo, contém cerca de 2400 litros de água virtual, carne bovina 15000 litros, carne de ave 4000 litros, queijo 5300 litros. Enfim, praticamente tudo tem uma quantidade expressiva de água numa forma intangível, virtual. Assim, quando exportamos soja, café, açúcar, carnes, álcool, minérios, aço, estamos também exportando água, água virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Santarém, a cada embarque exportado pela Cargill, cerca de 55.000 toneladas de soja, estão sendo exportadas também 137.500.000 toneladas de água virtual. O interesse pela proteção da água que dispomos já foi manifestado em diversos artigos denunciando o “furto” de água da Amazônia por navios que deixavam a região, porém, o recolhimento de água por navios sem carga consiste na captação de água de lastro necessária para a segurança desses navios em alto mar e representa quantidades ínfimas comparadas com a quantidade de água virtual contida nas exportações, para a qual nossa atenção deve ser voltada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem países exportadores de água virtual, o Canadá, Estados Unidos, Brasil, Argentina, Índia, Vietnam, e países importadores de água virtual, o Japão, Holanda, Coréia, China, Espanha, Egito, Alemanha, Itália, por exemplo. A água virtual revela-se, na maioria das vezes, não apenas como uma ponte entre a matéria-prima e o produto final, mas sim como a garantia da continuidade do mercado de produção, trabalho e sobrevivência, por ser tão importante e assim, muito presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, único país em condições de expandir sua fronteira agrícola, maior potência hídrica do mundo e 10º exportador de água virtual, precisa atentar para o potencial deste conceito no século em que o petróleo perderá sua importância para os combustíveis renováveis, especialmente dependentes da água para sua produção, e a água tomará lugar como a mais importante commodity no comércio internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinto, W. – Água de qualidade e menor custo – Beira do Rio, Ano II N°45 Nov 2006 UFPA, Belém PA 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigues, V. – Água Virtual, A água que consumimos sem ver – Artigos Técnicos da Associação dos Engenheiros da SABESP, São Paulo SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The World Water Council - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.worldwatercouncil.org/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.worldwatercouncil.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wisnik, N. – Uma Ameaça Globalizada – em postagem anterior neste blog, ou no&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://sirinalata.blig.ig.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://sirinalata.blig.ig.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leite, M. - O Insustentável Peso da Água - http://www.cienciaemdia.zip.net/ de 01 de outubro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Adriana Wisnik de Campos contribuiu na elaboração deste texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Nelson Wisnik, 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-7005617587308968319?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/7005617587308968319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=7005617587308968319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7005617587308968319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/7005617587308968319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/06/posto-para-leituras.html' title='Água Virtual - a água intangível'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RoM8ukrfnWI/AAAAAAAAAGY/I6s5p74rTwI/s72-c/DSC07978.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-4500745054338373412</id><published>2007-06-20T13:32:00.001-03:00</published><updated>2009-07-26T13:21:23.210-03:00</updated><title type='text'>B/M Nheengatu</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RnlXTvTEebI/AAAAAAAAAF8/B6KOA0fviXk/s1600-h/DSC08008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078186051462527410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RnlXTvTEebI/AAAAAAAAAF8/B6KOA0fviXk/s320/DSC08008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Foto: Nelson Wisnik, 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-4500745054338373412?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/4500745054338373412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=4500745054338373412&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4500745054338373412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/4500745054338373412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/06/bm-nheengatu.html' title='B/M Nheengatu'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RnlXTvTEebI/AAAAAAAAAF8/B6KOA0fviXk/s72-c/DSC08008.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6789700417849421450</id><published>2007-06-13T23:32:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:31.531-03:00</updated><title type='text'>um vizinho ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RnCrq_TEeNI/AAAAAAAAAEQ/DzYxSFrKSeI/s1600-h/UM+VIZINHO.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075745535080822994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RnCrq_TEeNI/AAAAAAAAAEQ/DzYxSFrKSeI/s320/UM+VIZINHO.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6789700417849421450?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6789700417849421450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6789700417849421450&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6789700417849421450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6789700417849421450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/06/um-vizinho.html' title='um vizinho ...'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RnCrq_TEeNI/AAAAAAAAAEQ/DzYxSFrKSeI/s72-c/UM+VIZINHO.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5735005630690899741</id><published>2007-04-30T18:06:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:31.651-03:00</updated><title type='text'>onde ir ...?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RjZbNRPkyXI/AAAAAAAAAEI/LlNh87RrbQw/s1600-h/STM271206076.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059331514922486130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RjZbNRPkyXI/AAAAAAAAAEI/LlNh87RrbQw/s320/STM271206076.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5735005630690899741?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5735005630690899741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5735005630690899741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5735005630690899741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5735005630690899741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/04/onde-ir.html' title='onde ir ...?'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RjZbNRPkyXI/AAAAAAAAAEI/LlNh87RrbQw/s72-c/STM271206076.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-5110697986497872828</id><published>2007-04-08T22:03:00.001-03:00</published><updated>2009-07-26T13:22:51.278-03:00</updated><title type='text'>quero é mais ...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RhmRtVbARHI/AAAAAAAAAEA/s6QZCIC6g1Y/s1600-h/pÃ©.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051228665103271026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RhmRtVbARHI/AAAAAAAAAEA/s6QZCIC6g1Y/s320/p%C3%A9.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto: Adriana Wisnik deCampos, 2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-5110697986497872828?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/5110697986497872828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=5110697986497872828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5110697986497872828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/5110697986497872828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/04/quero-mais.html' title='quero é mais ...'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RhmRtVbARHI/AAAAAAAAAEA/s6QZCIC6g1Y/s72-c/p%C3%A9.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-8644262232171050072</id><published>2007-03-29T11:54:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:32.076-03:00</updated><title type='text'>O perigo das pedras da Ponta do Urucuri</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgvUT-gYuRI/AAAAAAAAADs/XiYbSRfBZ8k/s1600-h/Rio+Arapiuns.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047361247060211986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgvUT-gYuRI/AAAAAAAAADs/XiYbSRfBZ8k/s320/Rio+Arapiuns.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A bacia hidrográfica do Rio Arapiuns está quase totalmente dentro do Município de Santarém, à exceção das cabeceiras dos rios Maró e Aruã, seus formadores (estas estão localizadas no Município de Juruti).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às margens do Rio Arapiuns estão localizadas mais de trinta vilas/comunidades, total superando 20 mil habitantes só na margem direita, na Reserva Extrativista Arapiuns-Tapajós. O único meio de acesso destes comunitários à sede do município é via transporte fluvial pelo Rio Arapiuns. Os comunitários trazem seus produtos para comercialização em Santarém (frutas, animais de criação para abate, farinha, canoas, madeira semi-aparelhada) e, com os recursos assim obtidos, além dos benefícios sociais e aposentadorias, compram ou trocam e levam às comunidades produtos industrializados (vestuário, alimentos, remédios, utensílios domésticos) e combustíveis (gasolina, querosene, óleo diesel, álcool, gás de cozinha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São cerca de vinte pequenas embarcações operando o transporte fluvial pelo Rio Arapiuns a partir de Santarém, cada embarcação realizando duas viagens semanais de ida e volta, transportando, em média, vinte e dois passageiros cada, atingindo mais de sete mil passageiros mensais (4,3 semanas por mês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rio Arapiuns é o maior afluente do Rio Tapajós e tem a sua foz determinada, na sua margem direita, pela Ponta do Urucuri. Defronte à Ponta do Urucuri há pedras que constituem um perigo à navegação. O Rio Arapiuns não está cartografado para navegação nem é sinalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo à foz do Rio Arapiuns não há nenhuma comunidade com iluminação que possa servir de referência para navegação nesta área (na verdade não há comunidades com luz firme durante toda noite ao longo do rio). Em noites sem luar ou com cobertura de nuvens a visibilidade é praticamente nula. As condições de tempo podem mudar rapidamente surpreendendo as embarcações já em trânsito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As embarcações que empreendem o transporte fluvial na região amazônica, mesmo as maiores, não contam com equipamentos sofisticados de navegação como o Radar ou GPS, contam, na sua maioria, porém nem todos, com o auxílio de farol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A navegação estimada fica prejudicada pela falta de visibilidade de pontos de referência para correção dos abatimentos provocados pela correnteza do rio e pelos ventos. Tempestades são comuns nesta região e dependendo da estação do ano, uma realidade diária. Viajando de Santarém para o Rio Arapiuns o último ponto de referência antes da Ponta do Urucuri é a Ponta do Jari, distante 6,7 milhas náuticas, uma viagem de aproximadamente uma hora. Se houver um batimento de 6 graus (aproximadamente 10%) para bombordo a embarcação é levada em direção às pedras. Na época do “verão” (segundo semestre), quando o rio está baixo e o perigo é maior, ventos Alísios quase constantes sopram com rumo entre 240 graus e 260 graus (sudoeste), podendo provocar facilmente este abatimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pedras da Ponta do Urucuri constituem, portanto, um perigo real e sério à navegação no Rio Arapiuns, sendo necessária providência urgente para sua sinalização antes que acidentes com vítimas fatais venham a ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-8644262232171050072?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/8644262232171050072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=8644262232171050072&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8644262232171050072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8644262232171050072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/03/baixo-rio-arapiuns.html' title='O perigo das pedras da Ponta do Urucuri'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgvUT-gYuRI/AAAAAAAAADs/XiYbSRfBZ8k/s72-c/Rio+Arapiuns.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1808690294485478536</id><published>2007-03-29T11:33:00.002-03:00</published><updated>2009-03-29T01:31:44.853-03:00</updated><title type='text'>Uma Ameaça Globalizada</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;água de lastro ballast water&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rg2CE-gYuSI/AAAAAAAAAD4/MgfEY-hhE9c/s1600-h/RegiÃ£o+SantarÃ©m.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047833779362117922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rg2CE-gYuSI/AAAAAAAAAD4/MgfEY-hhE9c/s320/Regi%C3%A3o+Santar%C3%A9m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em agosto de 2004 a Revista de Ecologia do Século 21 – ECO21 [1], publicou matéria do jornalista científico Júlio Ottoboni com o título “Navios roubam água do Rio Amazonas”, alertando sobre o fato de navios carregarem água do Rio Amazonas antes de saírem de águas brasileiras, o que se configuraria como um furto de água doce ou, ainda mais grave, junto com o recolhimento da água estaria havendo o recolhimento e furto de espécies aquáticas endêmicas da Amazônia, que seriam transportadas nesta água. Ainda, de acordo com o artigo, cada navio estaria, “segundo cálculos preliminares”, sendo abastecido com 250 milhões de litros de água (250 mil toneladas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia é importante e merece ser analisada, ainda que a quantidade de água dita sendo transportada não proceda, uma vez que navios que transitam pelo Rio Amazonas transportam, tipicamente, até 60 mil toneladas de carga, muito aquém da quantidade estimada nos “cálculos preliminares”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor da água doce para consumo em países que dependem de desalinizar água do mar é conhecido, o interesse pelas espécies endêmicas da Amazônia e seu valor genético também é sabido e notório, e o cenário descrito no artigo é verossímil e perfeitamente factível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de haver transporte de água do Rio Amazonas, e de fato há, com as conseqüências relatadas, ainda é, no presente, subsidiária à sua finalidade, a de lastrear os navios dar-lhes estrutura e estabilidade para navegação em alto mar. Nos casos em questão, navios que trazem carregamento para a região amazônica, insumos eletrônicos e combustíveis, para citarmos apenas dois, devem se lastrear para a viagem de retorno quando sem carga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais grave ficou por ser noticiado, que é a situação inversa, quando navios adentram a bacia Amazônica vindo buscar carregamento, bauxita e soja, para citarmos também apenas dois, podendo chegar lastreados com águas de outras regiões da Terra, com características físico-químicas diferentes e nela contendo agentes patogênicos e organismos exóticos à biota local, resultando em risco ecológico que não se prende somente à região amazônica, mas é uma preocupação mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor genético das espécies amazônicas reside no seu endemismo, na sua especificidade, na diferença com as espécies de outras regiões da Terra. O endemismo ocorre devido às características particulares de um ecossistema, o qual, se alterado, compromete a sobrevivência das espécies a ele adaptadas, levando muitas delas à extinção. O derrame de água de lastro, se feito sem controle, de maneira incompetente ou irresponsável, pode resultar em desastre ecológico irreparável. É consenso internacional que o derrame de água de lastro pode ser uma ameaça maior do que aquela associada a um derrame de óleo pois estes têm conseqüências limitadas no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta internacional ao problema da água de lastro é a iniciativa conjunta da International Maritime Organization - IMO, da Global Environment Facility – GEF e do United Nations Development Programme – UNDP, que buscam minimizar os efeitos da descarga de água de lastro de maneira inadequada, resultando na Convenção Internacional Sobre Controle e Gestão da Água de Lastro e Sedimentos de Navios, da qual o Brasil é signatário. Dentre os procedimentos previstos pela Convenção, estão o tratamento químico da água de lastro, sua retirada para reservatórios apropriados ou a troca de lastro sob condições controladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta brasileira a este problema é a regulamentação dos procedimentos através da Norma da Autoridade Marítima para o Gerenciamento da Água de Lastro de Navios, a NORMAM-20 [2]. De modo geral a Norma preconiza a troca controlada da água de lastro trazida pelo navio por água da região próxima ao porto de destino em local a pelo menos duzentas milhas da terra mais próxima e com pelo menos duzentos metros de profundidade, ou seja, no limite da plataforma continental. Em seu capítulo terceiro, que trata de situações particulares, instrui também, para navios que demandam o Rio Amazonas, duas trocas da água de lastro, a primeira visando evitar a transferência de exóticos e/ou patogênicos, a ser realizada segundo as diretrizes gerais, e uma segunda troca, visando a redução da salinidade da água de lastro, que deve ser realizada nas proximidades de Macapá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema requer a conscientização das pessoas envolvidas com água de lastro, treinamento de marítimos e funcionários de terminais portuários, acompanhamento e fiscalização. As transferências de água de lastro e suas conseqüências serão, possivelmente, o maior desafio que a indústria da navegação enfrentará neste século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endemismo: fenômeno da distribuição das espécies (ou subespécies) animais ou vegetais referida a uma área restrita e mais ou menos isolada (Glossário da Embrapa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endêmicas: são as espécies características de um local ou região geográfica (Glossário da Embrapa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Ottoboni, J. Navios roubam água do Rio Amazonas - Revista de Ecologia do Século 21 Edição 93 Tricontinental Editora Ltda. Rio de Janeiro RJ 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Stopping the ballast water stowaways! - International Maritime Organization - IMO, Global Environment Facility – GEF, United Nations Development Programme – UNDP London United Kingdom 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Norma da Autoridade Marítima para o Gerenciamento da Água de Lastro de Navios – NORMAM-20 - Diretoria de Portos e Costas – Marinha do Brasil Rio de Janeiro RJ 2005*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no "Jornal das Águas", Edição 23, Coordenação de Extensão do ILES/ULBRA - Santarém, PA&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1808690294485478536?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1808690294485478536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1808690294485478536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1808690294485478536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1808690294485478536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/03/regio-de-santarm-pa.html' title='Uma Ameaça Globalizada'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/Rg2CE-gYuSI/AAAAAAAAAD4/MgfEY-hhE9c/s72-c/Regi%C3%A3o+Santar%C3%A9m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1788230182678041956</id><published>2007-03-21T22:37:00.001-03:00</published><updated>2009-07-26T13:24:15.271-03:00</updated><title type='text'>Rio Arapiuns</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;enquanto isto, em Urucureá ...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgHfE2YO8QI/AAAAAAAAADY/en79vs8p29k/s1600-h/STM271206206.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044558332041294082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgHfE2YO8QI/AAAAAAAAADY/en79vs8p29k/s320/STM271206206.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Foto: Nelson Wisnik, 2007&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1788230182678041956?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1788230182678041956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1788230182678041956&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1788230182678041956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1788230182678041956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/03/no-rio-arapiuns.html' title='Rio Arapiuns'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgHfE2YO8QI/AAAAAAAAADY/en79vs8p29k/s72-c/STM271206206.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6883892391488594047</id><published>2007-03-21T19:02:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:32.496-03:00</updated><title type='text'>trecho do Rio Tapajós</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Lago das Piranhas e Ponta do Cururú&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;vistos da Serra de Alter do Chão&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGtUWYO8PI/AAAAAAAAADQ/yrGh_zsV0i0/s1600-h/STM020107086.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044503622747877618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGtUWYO8PI/AAAAAAAAADQ/yrGh_zsV0i0/s320/STM020107086.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-6883892391488594047?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/6883892391488594047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=6883892391488594047&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6883892391488594047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/6883892391488594047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/03/trecho-do-rio-tapajs.html' title='trecho do Rio Tapajós'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGtUWYO8PI/AAAAAAAAADQ/yrGh_zsV0i0/s72-c/STM020107086.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-3033241006053657986</id><published>2007-03-21T18:52:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:32.660-03:00</updated><title type='text'>Nela, em se plantando, nem tudo dá ...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044499933370970338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGp9mYO8OI/AAAAAAAAADI/YJSTgQb58DE/s320/STM271206083.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;jirau para hortaliças em residência no lago Maicá &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Parodiando a famosa frase de Pero Vaz de Caminha em sua carta a el-rei Dom Manuel, “Nela, em se plantando, tudo dá” ("E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem." [1]), criando o primeiro paradigma agrícola do Brasil, tão forte que ainda há quem nele acredite mas, nela em se plantando, nem tudo dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo uma digressão, sugiro a leitura do editorial de Carlos Vogt na Revista Eletrônica de Jornalismo Científico ComCiência [2], no qual comenta sobre a carta de Caminha e de outros viajantes, contextualizando historicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à soja e ao clima, um estudo importante foi publicado em 2002 pelo GTZ – Agência de Cooperação Técnica Alemanha Brasil [3], alerta que apenas até os limites da fronteira conhecida como “arco do desmatamento” as condições de pluviosidade satisfazem os requisitos para implantação de cultura mecanizada de soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por acaso que os produtores rurais de soja na região do Oeste do Pará ainda não conseguiram a produtividade esperada por eles, inviabilizando muitos empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Cortesão, Jaime - "A carta de Pero Vaz de Caminha"Lisboa: Portugália, 1967, pp. 221-57,&lt;br /&gt;apud Darcy Ribeiro &amp;amp;Carlos de Araujo Moreira Neto (orgs.),&lt;br /&gt;A fundação do Brasil:Testemunhos, 1500-1700. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992, pp. 84-91&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] “Viagem pelas Crônicas” – Vogt, Carlos – Revista Eletrônica de Jornalismo Científico ComCiência N.77 Campinas junho de 2006&lt;br /&gt;http://www.comciencia.br/comciencia/ ?section=8&amp;amp;edicao=14&amp;amp;id=121&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] "Paisagens, Biodiversidade, Solos e Pluviosidade na Amazônia" - Sombrek, Wim - Cadernos de Cooperação Técnica 02/2002 GTZ Manaus &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-3033241006053657986?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/3033241006053657986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=3033241006053657986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3033241006053657986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/3033241006053657986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/03/colheita-garantida-na-cheia.html' title='Nela, em se plantando, nem tudo dá ...'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGp9mYO8OI/AAAAAAAAADI/YJSTgQb58DE/s72-c/STM271206083.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-1043127749835501573</id><published>2007-02-16T18:53:00.001-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:32.789-03:00</updated><title type='text'>os rios Amazonas e Tapajós se encontram ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGobWYO8NI/AAAAAAAAADA/1NGnL40C4bk/s1600-h/PC100267.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044498245448822994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGobWYO8NI/AAAAAAAAADA/1NGnL40C4bk/s320/PC100267.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-1043127749835501573?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/1043127749835501573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=1043127749835501573&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1043127749835501573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/1043127749835501573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/02/os-rios-amazonas-e-tapajs-se-encontram_16.html' title='os rios Amazonas e Tapajós se encontram ...'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RgGobWYO8NI/AAAAAAAAADA/1NGnL40C4bk/s72-c/PC100267.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-8761983439198222570</id><published>2007-02-01T18:25:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:32.908-03:00</updated><title type='text'>a Floresta Nacional do Tapajós</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RcfBdVPrw2I/AAAAAAAAACg/QC8y6AfuLs8/s1600-h/STM020107039.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028200218645742434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RcfBdVPrw2I/AAAAAAAAACg/QC8y6AfuLs8/s320/STM020107039.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6278765276481294152-8761983439198222570?l=de-barco-na-amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/feeds/8761983439198222570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6278765276481294152&amp;postID=8761983439198222570&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8761983439198222570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6278765276481294152/posts/default/8761983439198222570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://de-barco-na-amazonia.blogspot.com/2007/02/flona-tapajs.html' title='a Floresta Nacional do Tapajós'/><author><name>tamuiá NELSON WISNIK</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09418955068817034836</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/SaTBUQM3KvI/AAAAAAAAAkU/mC3EzF8qHz0/S220/no+comando+recortada+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RcfBdVPrw2I/AAAAAAAAACg/QC8y6AfuLs8/s72-c/STM020107039.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6278765276481294152.post-6553119180801149660</id><published>2007-02-01T18:12:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T18:35:33.162-03:00</updated><title type='text'>Rio Arapiuns</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;abrigo da Ponta Grande&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YSDOQcK4Xac/RcJZy1Prw0I/AAAAAAAAACA/Iyg1aBtVZLc/s1600-h/STM271206111.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026678863920087874" style="DISPLAY: block; 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